domingo, dezembro 23

Tipo noite tipo feliz
Tipo noite tipo feliz
Tipo ó tipo Senhor
Tipo Deus tipo de Amor.

É, surtei.
O blog será fechado pra balanço. Quer dizer, tô saindo de férias e não sei (mesmo) quando vou conseguir ver um computador novamente. Provavelmente, só ano que vem. Eu queria desejar aos meus amiguinhos queridos - do coração mesmo, pq se não fosse eu nem dizia, é que eu não gosto de dizer as coisas só por educação - um Feliz Natal, cheio de rabanadas de 311 calorias (sem culpa, façam-me o favor), família, fogos, champanhe e amor, amor, amor. Um ano que vem muito, mas mto mesmo, feliz, com trabalho e lazer na medida certa, namorado(a)(s) gostosíssimo(a)(s) (nos mais amplos sentidos) pra vcs e pra mim e todo o resto que é bom e eu esqueci de desejar. A gente se vê em breve, se Deus quiser. (é, Ayda, Deus. ;-) )

, recadinho especial pra vc (olha que chique!!): amigá, (comadre é que começa conversa assim: "amigá, nem te conto...") ah, c sabe que eu adoro vc, né?! Vida longa, querida, mande notícias de vez em qdo. Pressinto que vou sentir saudades. E um enorme beijo.
Misterioso tufão impede aula em cursinho

Brasília, 22/12/01, 08h - Os alunos e professores de famoso cursinho pré-vestibular em Brasília tiveram uma manhã incomum. Preparados para o último dia de aula, foram surpreendidos por um tufão que permaneceu misteriosamente durante toda a manhã envolvendo o prédio onde o curso funciona. Curiosamente, a ventania inesperada não atingiu os prédios vizinhos, de onde moradores e comerciantes saíram assustados para observar de longe o espetáculo. O tufão impedia que qualquer um entrasse ou saísse do estabelecimento, o que obrigou monitores e alguns funcionários, entre eles a tia do café, a ficar do lado de fora. "A propagação do som do vento pelas paredes de tijolos devido a um fenômeno chamado reverberação ressonântica material fez com que o barulho ensurdecedor impedisse completamente as aulas dessa manhã", disse o professor de física Neto, coordenador dos monitores. Ele ainda garantiu que o dia de trabalho dos funcionários que ficaram de fora do prédio não será descontado. "Ao contrário, agora este trabalho será considerado de alto risco, o que fará com que todos os salários quadrupliquem sem que a mensalidade dos alunos aumentem. Estamos estudando várias maneiras de que isso entre em vigor o mais rápido possível, provavelmente antes do Natal", completou Neto. "Não haverá necessidade de repor as aulas de hoje, o que não prejudicará em absoluto o desempenho dos alunos", garantiu a direção do cursinho. Por volta do meio dia o tufão se desfez, o que permitiu que todos fossem para suas casas almoçar e se refazer do susto.

Isso só mesmo no meu Mundo Perfeito. Na vida real, eu tive que acordar cedo, mesmo tendo ido dormir às 4 horas da manhã e ir pra lá olhar pras paredes com muito, muito sono. Ninguém tem dó de mim não.

(Mas não aceite imitações, peça o Mundo Perfeito original.)
Meu anjinho favorito me mandou uma mensagem dizendo que pegou um emulador de atari chamado Stella. Ele ainda falou que alguma coisa o diz que tem algum programador de software que gosta de mim. Será, Braga?! Beijnhos.
Minha família é cheia de nomes bizarros. Mas ontem um amigo nos surpreendeu com a imaginação da família dele pros nomes.
Bom, Elzi, Evilésio, Eliésio, Eliezer, Edésio, Elidônio, Euzeni, Ernandes, Enedino, Eronides, Euzuila e Evandro são os 12 irmãos de uma família. Eliésio casou-se com Eleíde, sua prima de 2º grau, e tiveram 7 filhos: Waldegácia, Waldene, Waldery, Walmi (sim, sem "r" no final), Waldirene, Waldenise e Waldiron. Já Elzi casou-se com Sebastião, o Tião, e tiveram Zairo, Zoélzi, Zilma e Zandro.
Ele até anotou pra mim. É lógico que não disse que não ia publicar no blog, mesmo pq ele não saberia o que é blog.
Eu adoro amigo oculto. Sério! Ontem fizemos um amigo oculto. Quer dizer, mais ou menos.
A nossa "confraternização de fim de ano nucleossintética-quântica" (não tinha esse nome não, eu inventei agora), leia-se, "reuniãozinha do povo da física e agregados", foi toda combinada em uma semana. Numa conversa besta, do tipo:
- Amigo oculto é legal, né?
- É.
- Então vamos fazer um?
- Tá.
Conseguimos falar com todo mundo e, aos trancos e barrancos e desconsiderando algumas desistências de última hora, saiu tudo direitinho.
Ingredientes:
* As pessoas da física, os namorados da engenharia (engraçado, meninas da física namoram meninos da engenharia! é por isso que meninos da física não gostam de meninos da engenharia.), a Talitinha que é da Farmácia mas a gente já esqueceu disso faz tempo e o Zé, que, bom, vai fazer física algum dia.
* Uma mesa com muita, muita, muita comida. A gente combinou que cada um trazia uma coisa de comer, pra gente fazer o lanchinho né? Mas eu já disse que esse povo é mto exagerado. Sobrou comida aqui pra ceia de natal, ano novo e pra festinha de carnaval!! E nada de pacotes de Fandangos não. Tinha rabanada, empadinha, canapés diversos. Hum....
(abre parênteses: falando em Fandangos, eu sempre olhei torto pra quem sempre, sempre, sempre levava um pacote de Ruffles ou Fandangos pras festinhas americanas da 4ª série. Povo preguiçoso! fecha parênteses)
* Dois presentes de R$ 1,99 por pessoa. Sim, pq somos universitários pobres lascados. E pq a gente achou que seria bem mais divertido. Aí fizemos aquela brincadeira assim
1- Todos os presentes devem estar embrulhados, de maneira que não se consiga ver o que tem dentro. Eles são colocados todos juntos, e ninguém pode dizer o que comprou.
2- Papéis são numerados.
3- Cada um tira um papel numerado.
4- Quem tirou o nº 1 escolhe um presente e abre.
5- Quem tirou o nº 2 escolhe um embrulho.
6- O nº 2 pode escolher entre ficar com o embrulho que está na sua mão (e que ainda não está aberto) pelo presente já aberto do nº 1.
7- Se o nº 2 quiser trocar, o nº 1 não pode recusar.
8- Efetuada a troca (ou não) o nº 3 escolhe um embrulho.
9- Ele pode escolher entre ficar com o embrulho fechado ou o presente do nº 1 ou do nº 2.
E assim sucessivamente. Até que acabe todo mundo. Legal, né?
* Fotos, fotos, e mais fotos.

Saldo da noite: uma agenda da Sandyjúnior e o irmão dela, uma bolsa da Carla Perez, dois dominós, duas pistolas d'água, um baralho 100% plástico, uma garrafa verde teoricamente térmica, um colar de sapo, um chaveiro de pintinho que apita, uma lata com balas de morango em forma de dentadura de vampiro, 5 escovas de dentes, uma esponja de banho, um porta balas em forma de papai noel, um porta jóias/caixinha de música que toca a música do caminhão de gás, um estojo da Eliana e outras coisas que eu não me lembro. Muita comida na geladeira e 311 cal por rabanada.
Foi mto bom!!!
Eu tenho tanta coisa pra dizer que eu nem sei por onde começar.
Sim, é sábado.
Sim, é meia noite.
Sim, eu estou em casa.
Sim, no computador.
É, pô, blog!!!!!!!! Algum problema?!

sexta-feira, dezembro 21

Vocês, pessoas espertas que entram nesse blog (sim, pq as pessoas que visitam e freqüentam o humilde bloguezinho são mto espertas, sim senhor!), podem me responder uma coisinha? Como eu faço pra fazer backup dos meus arquivos do blog? Todo dia eu vejo alguém dizer que o Blogger logo logo abre o bico como o Desembucha fez, e perder meus comentários queridos a adorados uma vez por mês já é ruim. Perder todos os meus posts bonitinhos (?), aí já é demais!!! Ajudem aí, vai?!
Mas do que eu estava falando mesmo? Ah, que ontem eu fui ao teatro. Pois é, fui assistir à mais uma peça do Cláudio Falcão. Pra quem não conhece, ele é um ator local, mto bom por sinal, que geralmente faz monólogos, mas com pelo menos uns 3 personagens diferentes. O cara é engraçado, recomendo.
Mas esse nem foi o acontecimento da noite. Quando as luzes se acenderam e eu me levantei, atrás de mim estava sentado meu professor de História da 8ª série, um Coronel fantástico (parece nome de super herói, né? E agora, quem poderá nos defender? Eu!!! Oh, o Coronel Fantástico! Tã tã tã tã tãtã!!!), com quem eu aprendi a gostar de história (como menina das exatas, sempre o-di-ei Geografia. História era até suportável, mas depois do Cel Campelo eu aprendi a estudar e me lembro de tudo até hoje) e que era um amigão, daquele de contar peripércias da época de colégio e dar conselhos.
Puxa, eu fiquei tão feliz, fazia tempo que não o via. Ele se lembrava de mim, do meu nome, de quem estudava comigo, disse que olhava pra gente assim, na faculdade, todo mundo grande, e se achava velho, acabado, mas com a sensação de dever cumprido. Ficamos um tempão conversando, sob os protestos do pessoal que tava comigo, roxos de fome!!! Ganhei minha noite.
Ah, e pra completar, me sai Cláudio Falcão (só tinha sobrado a gente no teatro!), o professor falou com ele (sim!!!!! Eram conhecidos!!!!!!!) e ainda me apresentou: "olha, essa aqui foi minha aluna". Pra quê mais?!
Hum... Por onde começo?
Ontem fui ao teatro. Não sei se já contei, mas sou rata de teatro. E cinema também, mas teatro é meu favorito. Fui acostumada desde pequena. Aqui perto de casa tem um teatrinho pequeno, agora reformado, que fica em uma escola. Todos os finais de semana, absolutamente todos, minha mãe me levava pra ver alguma peça. Aqui, nesse teatrinho, eu perdi a conta de qtas vezes assisti Pluft, o fantasminha e A bruxinha que era boa. Eu conhecia todos os teatros da cidade, tava em todas. Meu irmão, ao contrário, nunca gostou, depois que ele nasceu, foi ficando mais difícil ir ao teatro. Ele até que acompanhava, quando ainda não sabia reclamar direito. Agora virou um resmungão de primeira e só pensa em futebol.
Bom, eu confesso que fui bem menos ao teatro esse ano do que gostaria. Tudo tá ficando mto caro por aqui, acho que todas as produtoras e patrocinadoras pensam que em Brasília só mora deputado e o presidente. E o preço de qualquer coisa vai lá nas alturas. Ano passado mesmo, teve um show do Chico Buarque no Teatro Nacional. Chuta o preço? R$ 140,00!!! Depois, uma amiga que tinha ido pra São Paulo disse que viu o mesmo show pela módica quantia de R$ 20,00. É ou não é pra se revoltar?
Peças ditas "globais", aquelas que têm atores da malhação, sabe?, são sempre punhaladas. Mas prefiro as produções locais. Tem mta coisa boa aqui, é só saber procurar.
E minha amiga Talitinha sabe. Agenda cultural da galera, tá sempre sabendo de tudo o que vai ter de bom (ou não) pela cidade.

quinta-feira, dezembro 20

Esse aqui parece que faleceu de vez. Snif snif... Um minuto de silêncio, por favor.
Aê, Ju, finalmente vc deu sinal de vida! Tava suminda, hein, garota! Bjinho.
Hoje fui, finalmente, fazer a bendita inscrição para o Espanhol, como dupla opção no curso de Francês. Ainda estou sujeita à falta de vagas, mas pelo menos tomei uma atitude. Pretendo logo logo virar moça troglodita, aquela que fala várias línguas, sabe? (péssima essa...). Meu próximo passo é o alemão! Animadinha eu, né?!
Ah, e vcs nem acreditam!!! Estou cá eu, convalescente, e o que descubro?! Que o moço Cereal Killer voltou à ativa, na maciota, sem alarde. Aê!!!!!!!!!!!!!!!!
As últimas visitas do humilde bloguezinho foram por meio de coisas esdrúxulas, e merecem um
Momento "Como as pessoas chegam aqui por meios bizarros":
- sexo bizarro (vááárias vezes!)
- sexo cocô calcinha
- gorda de calcinha
- mulheres (sic) feia UnB (tá no lugar certo, meu bem!)
- me joga na parede e me chama de lagartixa (juro!)
- galãs mexicanos
Acho que não pude ajudar na pesquisa de vcs, mas de qualquer maneira, obrigada pela visita! E voltem sempre!
Tenho um bom motivo pro sumiço e falta de atualização: tô doente! É, peguei essa gripe que tava todo mundo pegando e agora estou saindo da fase "dói-meu-corpo-todo" e entrando na fase "essa-tosse-não-me-deixa". Mas já tô bem. Graças à febre, tive dois pesadelos consecutivos essa noite, envolvendo uma determinada pessoa e duas grandes amigas. Não ao mesmo tempo. Acordei aliviada. Ou quase.
Mas também eu não me emendo. Ontem fomos ao zoológico e eu fiquei lá, observando os elefantes, debaixo de uma chuva fininha, a típica "molha-bobo". E a boba aqui acabou ficando doente de vez.
Sim, fomos ao zoológico. Simplesmente pq deu vontade. Fizemos pipoca (ainda resquícios do estoque a Talita tinha deixado aqui na sexta-feira) e fomos lá, ver o tigre-de-bengala. E foi mto divertido, apesar de eu já ter me esquecido o qto era cansativo andar por todas as jaulas, ver toooodos os bichos e pegar chuva enquanto observa o elefante enfiar a tromba sabe-se lá onde na elefanta. Sim!!! Os elefantes estavam mto animados pra aquela hora da manhã. É sério. Um love sem fim, bolinações diversas, ele avançando e a fêmea recuando, provavelmente fazendo um charminho. É sério, não tô brincando.
Nossa ida ao zoológico foi mais pra completar o "passeio-criança" da semana. Segunda fomos assistir àquele filme Monstros S.A, por sinal mto engraçadinho (eu sou suspeita, adoro desenho animado e coisinhas assim) e culminamos nosso dia tomando mik-shake de Ovomaltine no Bob's.
E a combinação sorvete+chuva+cansaço só podia resultar nisso mesmo: gripe!!!
Atchô!!

segunda-feira, dezembro 17

Deixa eu contar minha saga do final de semana, pra compensar pq não escrevi nada até agora:
Sexta-feira: Passei a tarde no shopping tentando encontrar um presente pra amiga oculta do Francês que eu, diga-se de passagem, não conheço mto bem não. Difícil, mto difícil. Acabei comprando umas velas da Talitinha, que realmente são lindas, e espero que a menina vá gostar. De última hora, resolvemos assistir um vídeo aqui em casa. Talita se encarregou de fazer a feira e encheu a dispensa e a geladeira de sucos de todos os sabores (devia ter uns 10 litros de suco), sim, suco, pq somos meninos comportados, e salgadinhos diversos além de ter acabado com o estoque de pipoca pra microondas do supermercado. Foi divertido, tirando o filme péssimo que a gente acabou assistindo. Além de ruim, é longo pra caramba: 2h40min de filme. Um suplício!!!!!!!! Dormi às 3 horas da manhã, já pensando em como levantar no dia seguinte pra trabalhar com cara de saúde. Um amigo que se mudou pro Ceará e que eu não vejo já há uns 2 anos ligou, foi uma excelente surpresa. A tonta aqui atende o telefone:
- Alô.
- Alô, aí é telepizza?
- Não, senhor, não é não.
- Ah, é que ficaram de entregar uma pizza aqui no ceará e tá demorando....
Ele é engraçado. Talita ficou pensando que era ex-namorado. Juro que não.
Sábado: Manhã inútil. Final de semestre é assim mesmo, as pessoas vão desistindo de estudar e ninguém mais freqüenta a monitoria. Passei a manhã inteira conversando boracha com o monitor de química, numa sala repleta de mesas e sem gente. Acabamos fazendo palavra cruzada (eu sou uma moça prevenida!). O meu grande susto foi qdo eu vi a cabeça do chefe entre nós dois, olhando pras diretas, com um olhar que era misto de "ahá, peguei vcs" e "ei, aqui, possuir, 3 letras, é ter". E o menino ainda me disse que ele tava lá já fazia tempo, eu que não tinha visto pq tava mto concentrada em saber "animal nórdico com 4 letras". Mas ficou tudo bem, ele terminou ajudando a gente, dando palpite e chegando atrasado pra aula que ia dar. Adicionei ao meu (parco) vocabulário que o mais famoso drácula era o Christopher Lee. Que é?! Eu não sabia, oras! À noite, fomos num novo restaurante, pelo menos pra mim, mais um dos inúmeros que a Katrine encontra, Bodega do Joaquim. Lugar ultra agradável, preço razoável, uma batata frita com calabreza e alho delícia. Recebi um abraço apertado e tão delicioso qto a batata de um amigo que não via há mto tempo. É que agora ele namora, fica difícil, sabe como é. Adorei.
Domingo: Almoço no restaurante mexicano pra revelar o amigo oculto do Francês. Não, não fomos a um restaurante francês. Primeiro pq a culinária mexicana é mto mais gostosa. E mto mais barata também. Buffet liberado, almoço self-service, gostoso demais. O amigo oculto foi super divertido. A Pri levou o Vinícius, o filhinho dela que deve ter uns 3 anos, uma graça. Ele sentou do meu lado, fez amizade e tudo, riu a beça da minha cara, apontando e gargalhando como quem diz "ah, se deu mal!!!!!!" qdo o Marcos, de palhaçada, me deu como presente de amigo oculto um saco cheio de pães, decorado com pirulitos. Depois do susto, ele deu o presente de verdade, uma saboneteira em forma de peixe com sabonetes diversos dentro. Mas o Vinícius tava de olho mesmo era no pirulito! A Marana, minha amiga oculta, adorou as velas da Talita, disse que eu devia ter lido o pensamento dela, que ela queria comprar umas coisas decorativas pra casa dela, pq ela mora sozinha, etc, etc, etc. Foi excelente, meus copins são divertidíssimos. E eu que adoro amigo secreto. Fim de noite assistindo à final da Casa dos Artistas.
Encontrei um link pra o humilde bloguezinho aqui no Clube da Luluzinha, totalmente inesperado. Mto obrigada, Luiza, mesmo. Um gde beijo!
Agora é que eu tô que não me agüento!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, dezembro 16

Esse novo sistema de comentários já tá rendendo. Apesar das poucas espectativas de que o Falasério dure mais de um mês e nós fiquemos órfãos de comentários novamente, os comentários do T1X e do Binho foram muito simpáticos. Obrigada, mesmo.
E ainda vejam essa:
171 - E=mc2
Baita blog, legal pra caramba. Leitura diária com certeza. O blog da Stella, o E=mc2. Muito bom mesmo.

Lá do blog do T1X.
Agora diz: é ou não é pra eu ficar metida mesmo?! ;-)
Beijinhos!!!

sexta-feira, dezembro 14

Credo, amore, que bicho te mordeu?
Aliás, eu sei que "copiar é feio", mas eu vou plagiar descaradamente sua idéia de colocar o snor junto com o fala sério. Quem sabe o snor volta, eu posso mandar emoldurar os comentários queridos! ;-)
Fiquei tão bem humorada que até arrumei os comentários aí embaixo, ó! Agora eu não estou mais incomunicável. E vc, amigo, amiga, companheiro, tenha dó dessa pobre blogueira carente de comentários outra vez. Eu tava tão feliz com os comentários que tinha recebido deste post que ia mandar emoldurar e pendurar no meu quarto. Mas eles foram-se, junto com o snor.. Snif snif... Vai, comenta aê!
Ai, como eu sou feliz!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Recebi um e-mail do meu visitante nº 1000!!!!!!!!!! Isso não é emocionante?!?!?! E eu que achei que isso era lenda, que o contador é que colocava números aleatórios de vistantes por dia! E, olhem só, ele é o moço Cereal Killer, que recém abandonou a comunidade blogueira por problemas pessoais, mas que continua visitando o humilde bloguezinho aqui, para alegria e felicidade geral dessa blogueira amadora que vos fala. E o mais interessante: o moço também é de Brasília!!! E a Stellinha aqui tá toda besta pq tem um fã nº 01, ou nº 1000, como disse o próprio Rafael. Brigadinha, vc me fez ganhar o dia!!!! Empombei!!
Além disso, a Junia do Blog para quem quiser ler também me mandou um e-mail simpático, dizendo que conheceu o blog e já linkou ele lá.
E, pra completar, o Edney vai casar. Eu sei que não é da minha conta, mas eu fico tão feliz com casamentos! :-)
"Eu não gosto de Joana
Joana tem uma cara esquisita (...)
Joana é meio problemática
Perde tempo estudando física matemática

Joana
(tum) lá com seus cadernos (...)
Olha eu detesto Joana (...)"
Hoje não é meu dia internético. Primeiro o snor, que definitivamente não funciona. Eu fiquei tão frustrada, entrei aqui na esperança de que ele já tivesse voltado ao normal e eu pudesse voltar a ler os comentários simpáticos de vcs. Mas não. Depois, seguindo dica do eterno mestre e agora vidente André, tentei colocar o tal do Fala sério, mas, lógico, não funcionou. Desisti, voltei pro Snor, vou esperar até ele voltar ou até eu ter paciência pra tentar arrumar o outro. O que vier primeiro.
Depois, encontrei com uns amigos online, mas, claro, todos os deuses da rede conspiravam contra mim: meu ICQ executou n operações ilegais, tava impossível estabelecer qquer conexão. Um inferno. Eu mandava a msg e ela ficava aqui, "não é possível enviar mensagens offline" e dá-lhe Retry até que eu desisti, mandei tudo plantar batatinhas, pensei "depois eu me explico direitinho" (sim, pq apesar do que possa parecer aqui de vez em qdo, eu sou uma menina educadinha, de família. Eu pedia desculpas até no mIRC, na época que ainda me dava ao trabalho de entrar lá, qdo não podia falar com alguém. Eu vivo pedindo desculpas. :-) ) e vim tentar postar.
Mas não pára por aí. A página do blog onde vc faz os posts, sabe?, tava abrindo toda preta, sem espaço pra escrever, sem links, uma coisa louquíssima!
Agora parece que as coisas começaram a normalizar. Mas o ICQ, só amanhã. Posso ser presa por tantas operações ilegais.
Pelagia, me desculpa ter roubado sua música! Essa nossa sintonia é mesmo frota! ;-) Mil beijinhos.
Ps: Aliás, ela tá tocando agora mesmo.
É tão bom qdo a gente encontra pessoas legais no nosso caminho, né? Hoje eu fui buscar o dinheirinho da bolsa lá no Banespa da UnB. Só que eu cheguei lá e o banco já tava fechado, pq eu sou realmente muuuuuito enrolada. Eu fiz cara de cachorro sem dono, enfiei minha cara na grade e perguntei, na maior inocência:
- Já tá fechado?!
E o moço do caixa, que tava lendo sei lá o quê, nem sei pq ele ainda tava ali, me respondeu que sim. Fiz cara de "que peninha", soltei meu "obrigada" mortal e o tio:
- O seu era o quê?
- Eu vim buscar a bolsa
- Bolsa de quê?
- Extensão.
Aí ele vira pro segurança:
- Abre pra ela.
Vcs imaginam meu sorriso, né?
E depois o tiozinho ainda me disse, quando eu já tinha dito uns 3 "muito obrigada, viu?!":
- De nada, Stella.
Bonitinho, né?! ;-)
Eu dou uma sorte com esses comments que eu vou te contar, viu!
Como hoje eu não estou lá nenhum poço de paciência, vai ficar o snor mesmo. Eu gosto mto de comentários, mas já que não tá funcionando e eu não consigo colocar o Fala sério, vai ficar sem até eu ter saco pra pensar em arrumar. E isso vai ser logo, pq eu não consigo ficar sem comentários bonitinhos no meu blog. Mesmo que, pra minha tristeza, ninguém escreva. ;-)

quinta-feira, dezembro 13

Vê se me esquece (Ana Carolina)

Vai, vê se me esquece
Tira meu nome da lista de telefone
Vai ver que o mundo anda tão bem
Mesmo eu sem você
Você sem ninguém
Eu vou por aí
Vai, se livra de mim
Vai ver que é mesmo assim
Não tem nada de mágoa
O caminho da água
Também é cheio de pedras
E o rio não pára
Mas não tem nada de rio de água de pedra
Não tem explicação
Não tem nada, não
Eu vou por aí
Vai, se livra de mim
Vai ver que é mesmo assim
Eu vou seguir a luz dos faróoooooois
Que me lembram seus olhos
Vai veeeeer que eles podem me ajudar a ver
Que não há de ser nada
Que não há de ser nada
Eu vou por aí
Eu vou por aí
Pior de tudo que a gente ainda vai se ver
Ando em ruas que não sei o nome
Pra me perdeeeeer
Vai, vê se me esquece
Tira meu nome da lista de telefone
Vai ver que o mundo anda tão bem
Mesmo eu sem vocêeeeeeeee.


Linda, linda... Tem um piano de chorar nessa música. Chorar num bom sentido, se é que me entendem. Ah, é que eu gosto de músicas com piano. Na verdade, eu gosto de música de qquer jeito! :-) Ainda me caso com um músico. Nem que seja na marra!
Stella canta, canta...

Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão
Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas à minha cobra
Minha força não é brutaaaaaaaaaaaaaaa
Não sou freira nem sou putaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Nem
(pam - mexe a cabeça pra um lado) toda feiticeira é corcunda
Nem
(pam - mexe a cabeça pra o outro lado) toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Fama de porra-louca, tudo bem
Minha mãe é maria-ninguém
(vai lá, canta comigo! Stella solta a voz!)
Não sou atriz/modelo/dançarinaaaaaaaaaaaaa
Meu buraco é mais em cimaaaaaaaaaa

Nem
(pam - mexe o quadril pra um lado) toda feiticeira é corcunda
Nem
(pam - mexe o quadril pra o outro lado) toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Pagu - Rita Lee e Zélia Duncan
PS mal educado, pra acabar de vez com a sessão desbocada: Não precisa me elogiar pra me dar o pé na bunda. Chuta com dignidade, ora bolas!! (coloquei uma interjeição final mais comportada, perceberam?)
Atenção!!!
Este post contém alta densidade de palavras de baixo calão. Por isso, não é recomendado para menores de 18 anos. Se vc se sente ofendido com esse tipo de conteúdo, não prossiga. Com este aviso, a dona deste blog está isenta de ser responsabilizada por eventuais danos que estas palavras possam causar. A própria ainda faz questão de deixar claro que ela não é sempre assim.

Puta merda, fossa virtual é foda!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, dezembro 12

Mensagens rápidas:
1- Ayda, só uma palavra: Humpft!
2- Pessoinhas bonitinhas queridas (Iberê, Ana Carolina (que não tem link pq, como o snor pifou, não consegui pegar o endereço do blog a tempo), Roberta e Kinda Boy) que deixaram comentários lá embaixo (vcs não vão poder ver os elogios simpaticíssimos que eles fizeram pq o snor tá de greve): Muitíssimo obrigada, não precisava tanto.
3- E Mr Kinda Boy, que disse que foi "um dos melhores posts que eu li em todos os blogs nos últimos tempos": brigadinha, mas não elogia mto não pq, além de vermelha, eu posso ficar convencida.
Pessoas legais vcs, né?
Depois do momento melancolia daí de baixo, eu preciso avisá-los que estou toda serelepe nesse meu fim de noite, início de madrugada, com o universo blogal internetiano. Tanto que uso e abuso de neologismos.
Primeiro: a Lulu, além de colocar um link pro humilde bloguezinho lá na tabela de blogs da casa dela, ainda me mandou um e-mail. Moça, se sobrarmos só nós duas, a gente se visita, esquenta não. ;-)
Segundo: Fiz provinha de Francês hoje, bunitinha, tudo ok.
Terceiro: Recebi 41 visitas hoje. E, com isso, este humilde bloguezinho, antes do seu aniversário de 3 meses, está perto de alcançar a marca das 1000 visitas. Olhem que emocionante!!!
Resumindo, a vida é bela e a rosa é amarela, e quem falar primeiro come a.. ops! Brincadeira errada.

Em tempo: Eu fico toda contente qdo tem comentário, e-mail, coisas sobre o blog. Gente, eu fico tão feliz com feed-back, vcs não têm noção!! Ajudem essa moça carente (recém abandonada pelo protótipo de noivo virtual) que precisa da opinião dos outros de vez em qdo.
Em tempo 2 - Não tão em tempo assim: Que mão era aquela ontem, por baixo da coberta, na Casa dos Artistas, me digam?!!?!

terça-feira, dezembro 11

Se eu não postar mais, gente, não se preocupem. É pq cortei os pulsos ou enfiei a cabeça no forno. Com a Rapa Nui sumidinha da silva, que nem passa mais por aqui e não tem perspectivas de manter o blog ano que vem, agora me vem o jovem-biomédico-sei-lá-se-é-noivo com esse papo do blog dele subir no telhado.Pelagia, não me entenda mal, eu sei que essa, agora, não é a questão mais importante da sua vida. E Ayda, eu entendo que vc está vivendo e aproveitando sentimentos e descobertas mto importantes no momento. Mas, pôxa, não posso evitar de ficar triste. Snif....
Hoje eu quase, mais quase mesmo, perdi por completo o sigilo do meu blog. Também, quem manda ser curiosa.
Tava trabalhando hoje de manhã e, enquanto procurava outras coisas importantes em um computador, aproveitei pra dar uma olhadela no Iberê, pq tava muito curiosa pra saber o futuro da sua nova aventura religiosa. Mas a bestinha aqui esqueceu o navegador aberto qdo foi olhar uma coisa do outro lado da sala.
- Stella, que é isso aqui?
Poderia ser pior. Poderia ser o professor. Mas era uma amiga.
- Isso o quê?
A cara mais ingênua do mundo.
- Esse pissêu nu sapo. Quê isso?
- Ah, é só uma página.
- Ah. E pq vc abriu isso?
- Hum.. É pq eu leio de vez em qdo, sabe? Esse cara escreve umas coisas legais às vezes. Eu queria ver como ele tá agora. Acho que ele endoidou.
Aí ela começa a ler. Eu vou pra o outro lado da sala como se não fosse importante. Morrendo de medo de ela abrir os comentários e ver o link pro humilde bloguezinho.
- Stella, é só esse Iberê quem escreve?
De lá eu respondo.
- É, ué, a página é dele.
- E o quê é isso aqui?
Vai ter amiga curiosa assim na China! Ela tá apontando pra tabela de blogs. E o medo de ela ver E=mc2 e se interessar em saber o que é.
- Isso é uma tabela de outros blogs que ele gosta. Mas olha isso aqui, que legal!
E já vou abaixando a tela pra um post lá no final, que na realidade era alguma coisa besta, acho que era a música do guaraná Dolly.
- E o quê é um blog?
- Você não sabe o que é um blog? (pensa rápido, pensa rápido, pensa rápido)
- Não.
- Ah, é tipo um diário, mas vc publica na Internet. (o André vai querer me matar, esse negócio de chamar blog de diário...)
- Ahn.. E esse "meta o dedo na ferida", é o quê?
- As pessoas que visitam podem comentar sobre o que ele escreve.
(Putz, vc não quer fazer outra coisa não? Ver seus e-mails, se inscrever no Big Brother...)
- E cadê seus comentários?
- Ah, devem estar perdidos por aí. Mas entra nesse outro aqui. (sem links pra mim)
Mostrei o Cocô de Lhama pra ela.
- Tem gente que escreve mta coisa legal. Lê essa crônica.
Mais tranquila, voltei ao trabalho. Dali a pouco.
- Stella...
- Quê?
- Não entendi....

segunda-feira, dezembro 10

Tava bom demais pra ser verdade. Apesar de ter sido resolvido pela reunião do CEPE que a volta às aulas aqui na Unb seria só dia 07 de janeiro, depois do vestibular, não satisfeita em fazer um curso frota e ficar sem as férias de verão, tendo aula até 27 de abril, ainda me vêm com essa: Apesar do impasse, os docentes da Faculdade de Comunicação e do Instituto de Física da UnB disseram que vão voltar ao trabalho imediatamente, mesmo que a decisão da seja contrária.
Beleza, hein?!
Eu me rendo!
Ok, Ok, vocês venceram, o Cocô de Lhama vai voltar à ativa. :P
Vão fazer pressão psicológica assim lá no inferno!
Valeu. Amo vocês.


Para o bem de todos, felicidade geral da nação e como presente digno de Papai Noel, o Sr. Cocô de Lhama, a seu modo, disse que o amado bloguezão (pq aquilo não pode ser chamado de bloguezinho, não senhor) vai reabrir as portas. O moço é bom, gente, visitem. Eu fui lá de manhã, logo que recebi o e-mail, mas ainda não tinha nada. Quem sabe se o resto da torcida do Flamengo der uma forcinha ele não demora tanto, né?
Acho que o Iberê pirou de vez na batatinha.
Momento "Como as pessoas chegam aqui por meios bizarros": dá pra acreditar que alguém encontrou esse humilde bloguezinho procurando por "cocô + calcinha"????????? Cada tara esquisita, eu hein.......
Alguém aí viu a reportagem do Fantástico sobre o analfabeto que passou no vestibular? Ah, tavam assistindo a Casa dos Artistas, né?
Pois é, depois qdo se fala das várias faculdades particulares que surgem por aí todo dia, o povo acha ruim, pensa que é preconceito. Longe de mim querer generalizar, não gosto de rótulos. E eu não estou dizendo isso pq passou no Fantástico não, que fique bem claro. É a realidade, convenhamos.
Ok, tem mta Federal e Estadual podre também. Mas aí entram outras questões, politicagem principalmente. Assim como existem muitas Particulares excelentes por aí, talvez pq tenham mesmo mais dinheiro, mais recursos, melhores laboratórios, bons professores ("funcionário bem pago é funcionário feliz"). Mas é impressionante a quantidade de "faculdade" de fundo de quintal que abre todo ano aqui (não sei se é nacional esse problema), no mais autêntico estilo "pagou-passou". Todo mundo tem uma. Outro dia vi uma placa, aqui perto de casa: "UniTI - Universidade da Terceira Idade", além de uma outra que agora funciona num shopping (sim, minha gente, a faculdade é dentro do shopping, entre a academia de ginástica e a C&A) e tantas outras bizarrices. Querer me dizer que lá estão "as melhores cabeças" é ingenuidade demais, né? Me poupem.
Descaradamente roubado de alguém sem dúvida mais inspirado que eu (Caio Pano, Tablado):

REFERÊNCIAS
A gente só percebe quem realmente é quando descobre o que diz um estranho apontando pra gente na multidão. É nessa hora que sabemos de fato como o mundo nos vê.
- É aquele careca ali.
É assim mesmo. Toda sua vida está resumida nessa frase. Não importa o que você faz, o que você lê, que países você conhece, o que comeu no café da manhã, naquele momento você é apenas isso, um crânio pelado.
- É o barrigudinho...
Seu estômago assumiu a dianteira e se transformou no principal fato a seu respeito. Não vem ao caso a difícil equação entre jornada de trabalho e contas a pagar que transforma sua rotina num espaço proibido para qualquer atividade não remunerada. Quando você é só mais um torcedor na platéia, não importa a camisa do time que você está usando, mas o volume por baixo do uniforme. Mas pode ser pior.
- Tá vendo o baixinho de boné? Pois é. É o senhor grisalho do lado dele.
Repare que o baixinho de boné não é sequer o objeto em questão. Interessa mesmo o tal senhor grisalho. O baixinho é só uma referência coadjuvante. Tem o mesmo valor de um hidrante ou de uma samambaia chorona.
Numa festa, isso pode ser ainda mais aviltante.
Além de sua aparência, seus hábitos podem servir para jogá-lo na vala comum dos estereótipos.
- Aquele bebendo campari.
- Qual?
- O sujeito com aquelas...aquelas...
- Bochechas.
E em alguns segundos você vira um bochechudo beberrão. Nem adianta se misturar.
- Tá vendo aquele bando de japoneses dançando com gorros de castor na cabeça?
- Tô sim.
- Tá vendo um grandalhão desajeitado escondido entre eles?
- O de costeletas?
- Ele mesmo.
Mas só percebemos mesmo o que representamos depois de ouvir uma opinião muito particular.
- Olha aquele cara ali.
- Quem?
- O branquelo de cabelo enrolado usando uma suéter branca. Parece um...
- Mas aquele é seu reflexo no espelho.
Pronto. Você é um poodle.
Engraçado. Eu gosto do André, do Iberê e do Editor. E os três se odeiam mutuamente. Pressinto que um dia apanho. De pelo menos um deles.

domingo, dezembro 9

Acho que estou passando por uma dessas crises de criatividade. Deu pra perceber que não falo nada que preste faz tempo? Quer dizer, eu nunca disse lá grandes coisas, mas de um tempo pra cá tá feia a coisa. Prometo melhorar. Sério.

Em tempo: Já é a 3ª vez que o cd repete aqui. Apesar do sono descomunal, eu ainda tenho forças pra cantaaaar:
... Antes de pensar em me procurar
Me apague da tua memória

Porque eu já tranquei as portas
E escondi as chaves
Só não vi de que lado fiquei
De dentro, ou por fora, nem sei

Você me dói agudo e isso é grave, grave
Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém...
Engraçado. De uns tempos pra cá, depois de ver tanta reportagem, matéria, programas de televisão sobre blogs, eu comecei a achar que isso era algum tipo de febre, de nova mania, onda. Mas tenho visto que NENHUM dos meus amigos sabe ao menos o que significa blog. A não ser aqueles pra quem eu contei, lógico. E eu pensando que esse trem era muito famoso! :-)
Ontem eu fui àquele aniversário de que tinha falado. A aniversariante, a Dri, estudou comigo desde a 5ª série. Assim como o Gus, que também tava lá. Eu confesso que, naquela época, eu não gostava mto dela não, e ela sabe disso, já disse algumas vezes. Mas passados alguns anos, comecei a ver a pessoa divertida e simpaticíssima que a Adriana consegue ser, ficamos amigas. Depois de ter entrado na faculdade, nos afastamos um pco, sabe como é, as pessoas tendem a se perder qdo não estudam mais no mesmo colégio (o que é estranhíssimo a meu ver). Mas ela não esqueceu de me convidar pra comer brigadeiro na noite do seu aniversário. Muito divertidas essas reuniões do colégio. Histórias e mais histórias pra contar, todo mundo grande, pseudo-adulto. Qdo estávamos indo embora até comentei: Olha que engraçado: todo mundo indo embora junto do aniversário da Adriana (que foi na mesma cobertura de todos os aniversários da Adriana) no seu próprio carro, todo mundo adulto. Há uns 3 anos atrás, meu pai vindo me buscar, meu pai e o pai da Ju conversando debaixo do bloco esperando a gente descer, ter que marcar hora... Hehehehe. Divertido crescer. Ou quase.

sábado, dezembro 8

Agora, finalmente, parece que a greve, pelo menos por aqui, acabou mesmo. Depois de muita lenga-lenga, um vai e volta sem fim, boatos e mais boatos, ao que tudo indica retomamos as atividades semana que vem. Ou não...

sexta-feira, dezembro 7

Saideira: eu fiz um monte de posts bestas, inúteis e curtos hoje, né? Deu a impressão de que eu queria só encher linguiça?
Ah, era o que eu imaginava.... Desculpem, tô com o pensamento picotado hoje. (tá piorando, melhor parar por aqui)
Eu queria dizer mais um monte de coisas. Mas preciso ainda ir comprar aquele presente de que falei. Estou aceitando sugestões.
Pelagia, vc fica contando essas historinhas tenebrosas e quem não consegue dormir sou eu.
Virou moda esse negócio de invadir o blog alheio? Ainda bem que não sou famosa...
Estou caindo de sono. Eu praticamente não paro desde ontem, 8 horas da manhã. Minha quinta-feira se resumiu a:
- trabalhar no laboratório de manhã;
- dar uma aula na hora do almoço;
- assistir ao seminário almoçando Mc Donald's;
- dar outra aula, do outro lado da cidade, depois do seminário;
- chegar em casa, tomar banho correndo e ir pra reposição de francês;
- sair mais cedo da aula de francês e deixar a prova que deveríamos fazer pra trás;
- enfiar a primeira roupa de sair do armário e estar pronta em 5 minutos, qdo chegou minha carona;
- assistir ao show ma-ra-vi-lho-so do Dois de Ouro.
Ufa!
Hoje, nova rotina:
- acordar cedo pra trabalhar no laboratório de novo;
- almoço com a Talitinha no Dona Lenha (nham...);
- dar uma aula;
- comprar o presente da Dri e uma blusa bonitinha pra usar no aniversário;
- ter tempo pra me arrumar belíssima e esperar a carona, novamente;
- ver meus amiguinhos e comer brigadeiro.
Hum... Boas perspectivas.
Acho homem de óculos um charme. Sério!

quinta-feira, dezembro 6

Minha agenda amanhã está apertadíssima. Por isso, provavelmente nada de posts pra 5ª feira. Ayda, não esqueci seu e-mail não. Só ainda não tive tempo de responder. Paciência com essa sua jovem-física-ainda-noiva aqui, ok?!
Há algum tempo me interessei por um cara. Aí apresentei ele pra uma amiga. E ela ficou com ele. Quer dizer, deixa eu contar direito:
Existia um rapaz. Ótima pessoa, uma gracinha, linda voz. Não mto bonito, mas charmoso do meu ponto de vista.
Existia uma amiga. Alguém de quem eu gostava mto e por quem tinha imensa consideração e carinho. Não mto bonita, mas com um quê a mais que deixava muitos homens no pé dela. Sempre.
Existia eu. Aquela que sempre sobra. (Vide historinha antiga)
Bom, eu estava realmente interessada no carinha, já havia algum tempo. A amiga sabia, era pra quem eu confidenciava todas as vezes que ele me ligava o que ele tinha dito, que acalmava minha ansiedade qdo combinávamos de sair juntos, etc, apesar de ela não conhecê-lo. Aliás, eu e ele não tínhamos nenhum amigo em comum. Mas aí, um dia, eu caí na burrada de apresentar rapaz e amiga. Burrada que só ficou clara o suficiente tarde demais: da 3ª vez que saímos juntos os 3 (sempre com mais pessoas, vale ressaltar) ela já estava jogada, literalmente, em cima dele. E era notável a preferência dele por ela, mesmo pq esse tipo de "aproximação" não faz meu gênero. Ficaram. Não na minha frente, ela teve um pouquinho de bom senso. Mas era óbvio que isso ia acontecer.
De lá pra cá, o rapaz só me ligou uma vez, pra pedir o telefone dela inclusive. Eu, uma lady, dei e nem perguntei pra quê. Mesmo pq, ele não tinha culpa. Nem desconfiava (ou não?!) do meu interesse secreto por ele.
A amiga sumiu do mapa por um tempo, depois ligou se dizendo ultra arrependida, perguntando se eu estava chateada, que ela não queria e todas essas besteiras. Ter ficado com o cara era até perdoável, mas se fazer de vítima depois, fazer cara de coitada e dizer "oh, eu não devia ter deixado ele me beijar" era demais. Pensasse nisso antes. Eu, docemente, disse que não era nada, que "imagina, não me importo, acho legal, ele é fantástico mesmo", e cortei relações. Pelo menos tento não manter mais tanta intimidade. Não sinto mais confiança.

Isso até hoje. Engraçado como parece que combinam. O rapaz ligou, com aquele papo engraçadinho de "ainda lembra de mim? vc sumiu, se eu não ligo pra vc, vc nem sente falta, né? qto tempo, que saudades, q tem feito?" e blá blá blá. Eu, falsérrima (defeito nº 8572 - C: sou falsa qdo preciso. Demais até. Acho que é instintivo.), fiz ares de "que bom que vc ligou, é, ando meio ocupada mesmo, claro, vamos combinar de sair" e estou conversando com ele qdo tocou o outro telefone. Pedi licença, atendi e quem era? Quem? Quem? A amiga! Disse que ligava dali a pouco, que estava no telefone com outra pessoa (não disse quem era nem sei pq), e mantive minha conversa. Eu sinceramente estava gostando do papo: gosto mto da conversa dele, acho ele divertido, mto gente boa. O rapaz, mto sutil, me chamou pra sair, conhecer uma boate recém inaugurada (embora esse não seja nem de longe meu programa favorito) e terminou com um "então vc chama o PESSOAL" que estragou tudo.

Agora me diz: se ele queria sair com a menina, pq não ligou pra ela, ora bolas!!?? Pq, sinceramente, essa de "PESSOAL" é mto velha, manjada, feia, boba, burra e cara de repolho.

quarta-feira, dezembro 5

O Ayda só fez foi me deixar na vontade: Programa de Verão. Mas vão ter outras oportunidades, se Deus quiser.
Hoje foi a apresentação do meu trabalho de francês. Aquele, sobre o Senegal. Pois é. E, modéstia à parte, a gente somos demais de boas mesmo!!!! Deu muito trabalho pra descongelar o negócio sabe? É, pq a gente cozinhou tudo na sexta feira, eu trouxe pra casa, congelei, e antes de sair enfiei no microondas. Mas o trem não tava afim de descongelar mesmo (eu sou tão boa na cozinha que até pra descongelar a comida eu me enrolo), cheguei super atrasada, mas deu tudo certo. A comida (o peixe principalmente) tava cheirando muito (cheiro bom, diga-se de passagem), do outro lado da escola dava pra sentir, a sala encheu, fez fila com pratinho na mesa pra comer do nosso Ceebu Jen (pronuncia-se tiêbudian) e da Diouka au four (esse diz diuka ô fúr), foi o maior sucesso. As professoras experimentaram, distribuimos algumas receitas, ficou tudo lindo. Do resto da sala, algumas senhoras vestidas com roupas típicas (muuuuito engraçado!!), música senegalesa ao fundo e a sala toda decorada com fotos e cartazes. Ficou excelente, mesmo. Ai ai.

terça-feira, dezembro 4

Peguei a mania do Iberê de responder aos comentários no comments mesmo. Só que ninguém sabia disso ainda. :-)
Texto bonitinho, e que compõe minha trilha sonora do momento:

"Do amor
Não falo do amor romântico, aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento. Relações de dependência e submissão. Paixões tristes. Algumas pessoas confundem isso com amor. Chamam de amor esse querer escravo, e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida, explicada, entendida, julgada. Pensam que o amor já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado. Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor se manifesta. A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado. O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita. O amor é um móbile. Como fotografá-lo? Como percebê-lo? Como se deixar sê-lo? E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta? O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre o desconhecido. A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão. A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação. O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende da nossa interferência. A morte do amor é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta. Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim. Não, não podemos subestimar o amor, não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico. Não é meu coração que sente o amor. É a minha alma que o saboreia. Não é no meu sangue que ele ferve, o amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito. Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém-nascidas. O amor brilha, como uma aurora colorida e misteriosa, como um crepúsculo inundado de beleza e despedida. O amor grita seu silêncio e nos dá sua música. Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor, se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço. E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo, me aventurando ao seu encontro. A vida só existe quando o amor a navega. Morrer de amor é a substância de que a vida é feita. Ou melhor. Só se vive no amor. E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto."

segunda-feira, dezembro 3

Putz, como era mesmo aquela brincadeira que a gente fazia e que no final dizia qdo vc ia casar, qtos filhos ia ter, se ia ser pobre, rico ou milionário... Pelagia, vc é quem deve saber esse tipo de coisa. Ai, que branco!!!!!!!!
O que diabos é mirroring?????
Momento Cultural: Pq sentimos cócegas?
Elas estão relacionadas à reação do organismo a situações de medo e pânico.
É por isso que as cócegas geralmente se manifestam por meio de risadas desconfortáveis. São provavelmente uma resposta primitiva, com o objetivo de fazer o corpo reagir no caso, por exemplo, de haver algum inseto caminhando sobre ele.
A pele de certas partes mais vulneráveis do corpo possui receptores sensíveis chamados de terminações nervosas livres. “Esses receptores nervosos são os mesmos que nos permitem sentir dor, coceira e excessos de calor ou frio – ou seja, estímulos perturbadores que levam o organismo a se afastar deles”, diz o neurologista Benito Pereira Damas, da Unicamp. Quando a pele é acariciada de uma certa maneira, esses receptores transmitem o estímulo até o centro de prazer do cérebro, localizado no hipotálamo. Mas quando a estimulação é profunda, rápida e contundente, essa reação pode ter o resultado contrário, com risadas nervosas, gritos e movimentos bruscos, sinais de que se tornaram uma verdadeira tortura. Quando uma pessoa faz o mesmo tipo de estimulação em suas próprias terminações nervosas, porém, ela não consegue sentir cócegas. Isso se deve ao fato de que o cerebelo – centro de controle motor do cérebro – já recebeu uma cópia da informação desse movimento antes mesmo que ele se completasse, deixando o cérebro de sobreaviso e bloqueando sensações injustificadas de medo.

Outras perguntas e respostas curiosas aqui. Na verdade, as perguntas que colocaram no site são bem bestinhas, as melhores estão na revista. De vez em qdo posto algo a respeito aqui.
Eu acho isso sacanagem. Só pq no final de ano o pessoal tá mais preocupado com as compras de Natal do que em postar não significa que todo mundo precise abandonar o mundo blogueiro de uma só vez. Pôxa, um monte de blogs que eu gostava subiram no telhado: Côco de Lhama e Cantinho Terrorista foram os últimos, além da Cripta do Ladrão de Fôlego e do Cereal Killer que eu já tinha falado. E ainda tem a Pelagia fazendo contagem regressiva. Putz! Esse povo não têm dó da gente não.
Fora tudo isso, o show foi ótimo. A Talitinha é que se divertiu, ela é amiga dos caras da banda. E realmente eles são mto bons. Depois acabamos indo parar no bat-local, uma creperia que acaba sendo o final de (quase) todos os nossos programas. E os crepes estavam mto bons: comi um que era de peito de peru defumado, mussarela, tomates secos e alcaparras (hum!!). O outro, da sobremesa, era de chocolate ao leite com morangos e sorvete de creme. Perfeito!!! Tudo isso dividido ao meio, pq amiga que é amiga divide até as calorias.
Agora, deixa eu falar sobre essas coincidências de Brasília: uma vez eu dei carona pra uma desconhecida lá na Unb, que acabei descobrindo ser cantora e que estava trabalhando numa peça de teatro na qual a Talita e a Luana tocavam. O marido dela faz arquitetura junto com a Fátima, que é amiga da Talita desde o segundo grau e que tava lá no showzinho hoje também. A namorada do Fulano, que por sinal foi meu amigo antes do Rodrigo, é amiga da Talita pq ela estudava com a Luana que é amiga da Maíra que faz publicidade com o Rodrigo. Já o Jorge conhece a Talita pq ela faz Farmácia com o Fuji, que também é amigo do Rodrigo. No final, vc não entendeu nada, mas deu pra perceber mais ou menos o qto essa cidade é pequena!!!
Bom, depois de retocar tudo o que podia no espelho, lá subi eu. Cumprimentei os meninos da República, que eu ainda não conhecia e que me mediram de alto a baixo, provavelmente sabiam q eu era a tal "ex namorada pentelha", fui até bastante simpática. Ele me levou até o quarto, que era a visão real do caos, uma zorra completa, provavelmente querendo me dizer nas entrelinhas "veja, eu agora tenho liberdade e independência. e vc?" Perguntei se ele queria fazer alguma coisa, ele inseriu na conversa que tinha falado esses dias com um amigo nosso, disse que os pais dele estavam voltando pra BsB semana que vem, perguntei de novo se ele queria fazer alguma coisa, ele sugeriu cinema, eu achei a idéia boa, ele pegou a carteirinha de estudante e foi direto pro telefone : "Ah, eu vou chamar o Fulano!" Chamar o Fulano o caramba, vc não queria ter uma conversa que tinha que ser pessoal e intrasferível, cacete?! Mas esse amigo nosso não tava em casa e eu fiquei matutando "pq tá tão incomodado assim de sair sozinho comigo? tão incomodado que tem que chamar mais alguém assim, desesperadamente...". Já que era pra avacalhar, chamei os colegas dele pra ir junto com a gente: "alguém aí quer ir ao cinema com a gente?" Um deles até ameaçou "vcs vão agora?", mas desistiu logo em seguida. Estavam vendo o jogo de futebol.
Fomos no caminho conversando profissionalidades mil. (aliás, ele só falou disso praticamente) Está indeciso se continua publicitário, vira fotógrafo jornalístico ou presta o concurso do Itamaraty e vira diplomata (mais especificamente adido cultural, pra promover pseudo-carnavais com mulatas de fio dental pros gringos), a volta dos pais, meu professor xaropinho da bolsa, sua saída da empresa, tudo mto distante.
No caminho a Talita ligou. Foi ele quem atendeu, pq eu tava dirigindo. Ligou pra chamar pro show do Tributo a Jimmy Hendrix, banda mto legal que por sinal a gente já viu uma vez, e que ia tocar num espaço cultural aqui perto de casa. Mas não ia dar tempo de ir ao cinema e ao showzinho também. De qualquer maneira, fomos até o shopping, até na esperança de achar algum horário compatível com o meu próximno programa, que acabou virando nosso pelo convite extendido da Talitinha e confirmado por mim. Acabamos desistindo do cinema, marcado estrategicamente pra outro dia que eu sei que não vai chegar, e fomos tomar sorvete (apesar da chuva, eu estava com um calor inexplicável. E nem era isso que vc tá pensando!). Mais profissionalidades e futilidades, futuro profissional, o que vc quer pra vc, a exposição do Sebastião Salgado, o livro do Luiz Fernando Veríssimo. Deu a hora, a gente voltou pra minha casa pq eu ia tomar um banho e trocar de roupa (e o calor!!) e ele ia fazer hora conversando com a minha mãe até a hora do show. Talitinha inclusive ligou pra confirmar nossa presença, e terminou sua participação ao telefone com um excelente
-O que o Rodrigo tava fazendo com vc?!
-Ah, ele tá aqui ainda.
-Vcs se acertaram?
-Claro que não. Nada a ver.
Não dava pra dizer mais, dizer que ele tava aéreo, distante, quase incomodado com a minha presença, talvez estranhando uma intimidade há tanto tempo perdida, pensativo, não sei se triste. Ele tava do meu lado.
Lá vai a Stella pro banho. Cuidado pra passar o perfume que lembrasse determinada noite especial por isso ou aquilo. Nova blusa decotada. Eu não aprendo.
Chegamos lá, como boa menina, apresentei o dito cujo pra todos os meus amigos que estavam lá, e ele estava irreconhecivelmente tímido. Vcs não conhecem a peça, mas ele era a pessoa mais falante, extrovertida e divertida que eu conhecia. Era sempre o centro das atenções, desinibido, falava com todo mundo, não reconhecia praticamente ninguém. Agora estava quieto, olhando ao redor, talvez procurando alguém conhecido pra salvá-lo daquele martírio que era acompanhar a ex namorada num show realmente divertido e com pessoas agradáveis. Um sorriso de orelha a orelha qdo encontramos o tal Fulano (aquele que ele queria chamar pra ir ao cinema com a gente) lá, com a namorada, e que nos olhou surpreso, acho que era a última coisa q ele esperava era nos ver juntos em alguma espécie de evento sócio-folclórico-cultural novamente. Infelizmente, nosso amigo já estava indo embora, ele tinha que ficar sozinho na minha inquietante presença mais uma vez. Ele tava mto sem graça, era impressionante o qto. Acho que surpreso por eu estar bem, não ter tentado dar em cima dele nem nada disso, estar com o mesmo sorriso que ele tanto elogiava, tentando uma aproximação pacífica.
O show foi bom, mas teve que ser cortado na metade por causa do barulho mto alto que estava atrapalhando uma peça de teatro na sala ao lado. Uma pena. Ele fez mais um pco de salão de praxe, depois se despediu, pediu pra eu ligar, mandar e-mails, marcar o cinema. E foi embora. Ah, e qdo eu perguntei a respeito da conversa misteriosa, sabem o que ele me respondeu?!
"Ah, nada não, era só conversar."
Nada de notícias bombásticas, doenças terminais, mudanças de estado nem gravidez da namorada. Só conversar. Pode?
Deixa eu contar minha saga de hoje com o tal ex namorado de que falei. Hoje, depois de pensar muito a respeito, eu resolvi chamar ele pra sair pra ver de qual era aquela história anterior, de que queria conversar comigo e etc. Pensar mto pq eu tava totalmente à toa em casa, pensando em alugar uns filmes ou ir ao cinema sozinha mesmo, aí fiquei naquela se ligava ou não, tinha dito que dava sinal de vida depois que estivesse boa do siso (e não tão boa assim de juízo..), tirei os pontos quinta feira e fiquei enrolando. Enfim, eu comecei a fazer as contas, peguei um calendário e fui verificar qdo talvez tivéssemos outra oportunidade de conversar sem contratempos, e acho que era só depois do Natal, haja vista que ele trabalha a semana inteira e não tem lá mto tempo e também pq meus finais de semana são mais ocupados do que a quarta feira (que é aquele dia no meio da semana em que se tá suficientemente cansado da segunda e da terça e suficientemente longe do próximo final de semana). Enfim, parti pra um tudo ou nada e liguei.
-Alô.
-Oiii.
-Oi, tava pensando em te ligar!
-Uau, será que estamos conectados? (me arrependi de ter dito isso depois)
-Quem sabe.
-Pois é, vai fazer o quê hoje?
-Por enquanto, nada.
-Então se arruma que eu tô passando aí daqui a pouco.
-Mas pra quê? (acho que ele quis dizer o que era que a gente ia fazer e talz)
-Ah, não sei, mas se arruma.
-Ok.
Fui uma mulher de atitude, tomei a iniciativa, externei minha vontade. Enfim, demorei a uma hora peculiar pra trocar de roupa e me arrumar, prestando atenção se estava usando o mesmo perfume de antes, uma roupa bonitinha, cabelo nos trinks. E lá vai a Stella, dirigindo e falando alto, consigo mesma (qdo eu percebi é que entendi o qto sou insana!):
-Não sei pra quê isso tudo. Vc não está indo pra um encontro, não precisava ter se embonecado tanto.
-Claro que precisava, ele tem que saber o que está perdendo. (maravilhosa frase das mulheres)
-Acorda Stella, vc não tem interesse nenhum nesse cara. Ele te chutou, fez vc sofrer pra caramba, vc não precisa da aprovação dele pra nada.
-Claro que preciso. Ele tem que ver o qto eu estou bem sem ele, e que eu não preciso dele pra me sentir bonita e feliz.
-Ele não vai nem notar, vc é uma tonta. No máximo ele vai ficar secando seus peitos. Também, foi colocar esse decote. Claro que foi de propósito.
-*sorriso interior*
Enfim, lá chego eu. Me olhei no espelho 500 vezes antes de descer do carro. Sempre pensando "como vc é ridícula!", e tentando não me iludir mto com as expectativas a respeito da reação da criatura.A nossa história é a seguinte: namoramos durante dois anos, uma semana antes do dia dos namorados (eu já tinha até comprado o presente, putz) ele me chutou, num papo típico de "não estou pronto pra isso agora" "é sério demais pra mim" "eu quero curtir a vida, viver novas experiências" e blah blah blah. Tá certo que estávamos brigando constantemente, depois que entrou na faculdade ele tava outra pessoa, desatenta, desinteressada. E meu orgulho que não deixou que as coisas melhorassem enquanto era tempo. Eu sou uma jumenta mesmo. Enfim. Eu sofri, sofri, sofri. Fiquei alguns dias sem comer, chorava pelos cantos, (lembro que ele terminou comigo antes de uma aula de laboratório de química, que eu não podia faltar pq cada relatório valia nota. Eu lembro que fui pra aula chorando, cheguei quase uma hora atrasada, tentando disfarçar, e qdo o Nelsinho perguntou "o que foi?" eu desabei a chorar de novo. Nada de relatório. Foi horrível.), mas depois resolvi mandar ele e a sua maldita liberdade, juventude, curtição pra pqp (sem grosseria, mas foi isso mesmo o que eu pensei na época) e tocar minha vida. Alguns meses depois, um dos melhores amigos dele se revelou apaixonado por mim, mas isso é uma história que conto outro dia.

domingo, dezembro 2

Meu anjinho preferido passou por aqui!!! Brigadinha pela visita, Braga! Reconheço vc pela aureolazinha. Inconfundível. Mas faltou a babinha (bleh!) dessa vez. ;-)
Só agora, no final do filme do Supercine (que por sinal é bem bonitinho, me fez pensar sobre algumas coisas, depois falo sobre isso), é que fui ler sobre o comentário da Pelagia a respeito do Ayda, mais especificamente mandando ele pensar em outras coisas, como por exemplo nos atributos superiores frontais da blogueira que vos fala! Eu também acho que seria uma boa distração, amiguinha! Uma óóótima distração, modéstia à parte. ;-)
Ontem fomos fazer um trabalho gostoso. Semana que vem tem uma Feira de países (La Fête Internacionale) lá no lugar aonde eu faço fracês. Cada sala ficou encarregada de representar um país francofônico, nossa turma ficou com o Senegal. Dentro da turma, cada grupo ou pessoa aborda um tema diferente, como economia, folclore, fauna e flora, essas coisas. Eu e as meninas resolvemos falar sobre a culinária senegalesa. Teoricamente, teríamos a ajuda de um "chef de cuisine", do qual a professora falou, falou, mas que no final nem deu as caras nem uma mão. Catamos algumas receitas menos escabrosas (eles têm uns pratos que vai 1kg de cebola, ou peixe misturado com pasta de amendoim, umas coisas assim) e, literalmente, botamos a mão na massa. Passamos nossa tarde de feriado (é, aqui em Brasília era feriado) cozinhando. E não é que ficou bom! Claro, as meninas não me deixaram nem chegar perto direito da comida, acho que não confiaram mto nos meus dotes culinários (e com razão), fiquei mais encarregada de ler a receita e traduzi-la. E ficou gostoso, sério. Fizemos um peixe com uns legumes e arroz (acho que o nome era Ceebu Jen, ou coisa assim) e uma carne com milho (este eu acho que era Diurka au four, não me lembro). Qualquer dia dou a receita pra vcs.
Ah, e hoje é o dia internacional da luta contra a Aids.

sábado, dezembro 1

Estou morta de curiosidade para saber como vão a Stellinha e o Ayda...Tô vetada de acessar, não tô doida de levar outro pito, a página é muito colorida...A do Ayda, então, tem aquele preto denunciador! Aiaiaiaiai, como sofre uma "brogueira"... ". Bom, Pelagia, que cor mais te agradaria? Branco seria discreto o suficiente? Então, em homenagem à Rapa Nui, a nova cor oficial do humilde bloguezinho é branco, temporariamente.