sexta-feira, janeiro 31

Ei, Luiz, eu senti que isso foi uma bronca. Apesar disso, fico feliz em saber que ainda não desistiu de mim.
Momento: como as pessoas chegam aqui por meios bizarros
- sucuri engulindo(sic) um boi
- ana pelada (você, Ana???)
- psyt's motel (fala sério que alguém ainda procura por isso na internet??)
- fotos de defloramento
Cada uma....
Meu irmão chegou há pouco de um curso de mágica que um camarada tava oferecendo de graça no shopping. Daí que agora ele consegue fazer desaparecer um barbante verde na minha frente!!!

quinta-feira, janeiro 30

O vizinho do Carona resolveu realizar a fantasia de transar debaixo do bloco e, apesar de morar sozinho, mandou ver com a namorada barulhenta debaixo da janela do Carona que escovava os dentes. Tarefa difícil ele escutar os gemidos da mulher (ai, não pára, assim, ahhh!) e tapas (!!) do rapaz enquanto escovava os dentes, pq o ato de escovar os dentes por si só é bastante barulhento pra quem o realiza, especialmente se vc estiver de boca aberta. Pois é.

Meu professor de Física Matemática contou que quando morava com a mãe no 3º andar de um prédio desses tinha vizinhos muito barulhentos no andar de cima. Muito barulhentos. E a cama deles era bem em cima do quarto dele, então o teto estava cheio de marcas de vassouradas que ele dava pra tentar alertar os escandalosos de que assim ficava difícil dormir. Até que um dia ele resolveu interfonar pro 4º andar e reclamar do barulho. A resposta do vizinho? Não é aqui não, é no 5º andar. Se vc acha que tá alto, vem morar aqui pra vc ver só!! Pois é.
E depois eu ainda tive que escutar gracinha:
- É, eu vi vc lá com aquele rapaz no teatro, hein?
- Quê que tem?
- Éééé..
- Bah, nada a ver..
- Sei sei, amiguinho, leva ao teatro...
- Olha...
- Eu saquei seu esquema, confessa..
- Imagine, ele é meu amigo e...
- Não me engana, ninguém se arruma tanto pra ir ao teatro com um amigo.

É mole?
Eu sei que vai parecer puxação de saco, mas eu não tenho motivo pra puxar saco de ninguém e o blog é meu mesmo, eu falo o que eu quiser, então lá vai.

Eu conheci Os Melhores do Mundo por causa de um amigo meu, que por coincidência era meu acompanhante do Jogo de Cena. Engraçado isso, pq ele sempre foi super fã dos caras, já tinha assistido a todas as peças, desde as mais antigas, e de tanto fazer propaganda a gente acabou indo verificar se eles eram tão bons assim e deu no que deu. Isso há alguns anos atrás. Na quarta feira, quando terminou o espetáculo, o diálogo:
- Maurício, se vc não se importa de esperar um pouquinho eu queria ficar mais um pouco pra dizer um 'oi' pro Welder.
- Nossa, vc vai falar com o Welder?
- É, só pra dizer que eu gostei, mostrar que eu vim...
- Tudo bem. Nossa, que emoção, eu nunca conheci ninguém famoso!!
- Ah, Maurício, também não é pra tanto.
- Mas é o Welder! D'Os Melhores do Mundo!!!
Daí o dito cujo sai do teatro, passa pela gente, me cumprimenta, pergunta se eu gostei, dá uns tapinhas nas costas do meu amigo, diz que está com pressa e vai embora. Dava pra ver o brilho nos olhos do Maurício quando ele saiu.
- Caramba, Stella, vc acabou de me proporcionar um dos momentos mais felizes da minha vida.
- Pq ele te abraçou?
- É, cara!!!!
- ...
- ...
- ...
- Vc é maior amigona do Welder, né?
- Bom, Maurício, não..
- Quê isso? Eu vi que ele te abraçou e tudo. Abraço demorado.
- Nhé, ele abraça todo mundo, vc não viu?
- Ah, mas vc conhece ele. Sabe até que o problema dele foi no fêmur!
- Digamos que se ele me encontrasse na rua ele talvez me reconhecesse. Só isso.
- Ele te telefona?
- Quando ele lembra...
- Mais frequentemente que eu?
- ...
- Tá vendo! Puxa, vc é amigona do Welder....
E depois de longo período de abstinência, eu fui ao Jogo de Cena desse mês (pra quem não sabe do que se trata, eu vou poupar a explicação pq o Zamorin já fez isso muito melhor do que eu seria capaz, é só ir no link). E valeu incrivelmente à pena. Pra ser sincera eu tava meio traumatizada: o último que fomos, um logo depois das eleições, foi muito, muito chato. Ok, eu chamei de bacaninha na época, mas a realidade é que serviu pra que eu faltasse às duas edições seguintes. Mas esse de agora redimiu-se brilhantemente. Tirando um solo de dança (eu tenho sérios problemas com a dança contemporânea...), todos os quadros da noite foram excelentes. Teve Cláudio Falcão, a Ópera do Malandro, Avacalhando o Vocal, nossa, tudo de bom que tem nessa cidade. Um dos melhores que eu já fui.

O único porém foi com relação à compra de ingressos. Meu acompanhante jura que chegou lá na bilheteria às 1h da tarde pra comprar as entradas e encontrou uma fila gigantesca. Enquanto ele tirava um chiclete grudado no sapato, uma mulher furou a fila na frente dele e, quando chegou a sua vez, só tinha um (é, um) ingresso. Como ele não tava afim de ir sozinho e me deixar em casa com cara de mané, ele acabou convencendo a moça da bilheteria a vender um ingresso de produção pra ele. O que significa que nossos lugares eram um em cada lado do teatro. Daí acabamos pegando as cadeiras da produção mesmo, umas extras que ficam no fundo do teatro, que por sorte não é mto grande então não prejudica tanto assim a visão. Só que não dava pra falar mal do camarada do solo de dança contemporânea: vai que a moça sentada ao nosso lado era a irmã dele? E de vexames com irmãs eu já tenho histórico suficiente.

quarta-feira, janeiro 29

Decididamente o novo icq lite em português não quer ser levado a sério. Pelo menos não pelos brasileiros. Dá uma sacada no anúncio.

O novo ICQ Lite em portugês: verá que êle fala seu idioma! Abaixe-o agora!!

terça-feira, janeiro 28

Momento: riqueza poética e a densidade informativa das canções infantis

O meu chapéu tem três pontas
Tem três pontas o meu chapéu
Se não tivesse três pontas
Não seria o meu chapéu
Momento: utilidade pública: Vcs sabiam que o plural de Ano novo é Anos novos? Bah, não façam pouco da minha descoberta. É óbvio mas eu aposto que todo mundo diz que passou Várias vezes o ano novo em tal lugar ao invés de vários anos novos em tal lugar, não é?

segunda-feira, janeiro 27

Só agora começo a perceber a real dimensão das minhas escolhas...

domingo, janeiro 26

E eu fui ao concerto de encerramento do Curso de Verão da Escola de Música de Brasília. Eu sempre gosto de ir nos concertos. Primeiro pq é sempre uma ótima oportunidade de ouvir música de excelente qualidade dos mais variados estilos e com músicos talentosíssimos. (Programação do concerto). Aliás, pra quem, como eu, tem curiosidade de ler encartes de cds e saber quem tá tocando com quem e quem é aquele doido que batuca na lata de biscoitos no fundo da música do Djavan, é praticamente como estar em casa. Você reconhece as pessoas, como o bateirista do Gil, o saxofonista que vc viu tocando com a Leila Pinheiro e por aí vai. Pois é, o show foi o máximo, e eu escutei uma das músicas mais legais da minha vida, uma suite pra flauta e piano tocada por uma francesa e uma brasileiríssima (como ela foi anunciada ao microfone) respetivamente.

Mas como nem tudo são flores, aconteceu uma coisa bem desagradável e que me deixou bastante chateada. O grande problema de se ser sincero num blog é quando o objeto da sua sinceridade (ou pessoas envolvidas com ele) também lê. Mas afinal de contas eu abri esse negócio foi pra não precisar pagar analista pelo menos nos próximos 10 anos, então eu vou despejar sim, doa a quem doer, mantendo as devidas privacidades e escancarando só a minha própria pq é assim que as coisas funcionam por aqui.

Aqui vai começar a sessão de lamentações, então se vc não está com paciência pra posts longos e resmungões, é melhor parar por aqui.

O fato é que eu tenho andado pouquíssimo paciente pra chiliques e acessos de gente mimada. E isso me faz agir como uma criança birrenta e bicuda às vezes, nem sempre tomando as atitudes mais sensatas e adultas diante das circunstâncias. Mas eu explico. O negócio é que temos uma pessoa no nosso grupo de amigos bastante propensa a ataques de carência. E daí, num desses surtos de "ninguém me ama, ninguém me quer" e "eu sou pouco importante pra eles", ela faz coisas estúpidas. Como tratar a gente mal, por exemplo. Decerto tendo em mente que não somos bons ou atenciosos os fuciente pra sermos seus amigos. E eu definitivamente não tenho estrutura psicológica pra ficar bajulando menino grande além da conta. Já disse e repito que de carência já me basta a minha e ninguém cuida dela com tanto afinco assim.

Eu admito que às vezes e inconscientemente eu não dou aos meus amigos a atenção que eles merecem. Mas isso tudo é pq eu sou lerdinha, e não pq não lhes dou valor. Mas não aceito que coloquem minha amizade à prova por conta da minha falta de memória ou raciocínio rápido. É, eu sou meio lesada, não faço por mal, se vc é meu amigo deveria saber. Ainda não tá claro, né? Daí que essa pessoa do nosso grupo anda fria e distante. Faz programas e chama só parte do grupo, não aparece mais pra almoçar, tudo de birra e má-criação. E nem temos andado tão displicentes assim, é ela quem não aceita mais nossos convites e só topa fazer alguma coisa (por mais banal que seja, como um cinema no domingo à tarde ou o almoço de quarta feira) com aquela parte do grupo que foi agora a eleita pra ser "amigo do momento". E o resto que se lasque.

Isso aconteceu no concerto, e acho que foi a gota d'água pra uma série de eventos recentes. E vcs não imaginam o quanto isso me entristeceu, apesar de eu ter feito aquela cara de 'ah, eu tô bem, quem liga?'. Pq éramos mto amigos e me faz ter a sensação de que eu só era a "amiga do momento" na época e que minha presença foi completamente dispensável. Sei lá, quem joga amizades na lata do lixo com tanta facilidade não poderia nem reclamar de falta de carinho e atenção.

Fui dura, né? É que eu realmente fiquei triste, precisava desabafar.
E aí eu entro no ig e tem a seguinte manchete: Allan Delon é baleado ao reagir a um assalto. Vou pensar o quê? Eu já estava bolando uma maneira de tornar a notícia menos dolorosa pra minha mãe, que sempre disse que o tal ator francês era o homem mais lindo do planeta, e, bom, o cara já deve estar velhinho (ou morreu?) e não iria resistir à balada. Por isso eu resolvi clicar no link e ler a notinha completa:

SALVADOR (Pensamento da Stella: Coitado. O Alan veio fazer uma visita ao Brasil e ainda foi assaltado e baleado..) - O atacante Allann Delon, do Vitória, está internado no Hospital Aliança, em Salvador. O jogador foi baleado na boca no sábado à noite, quando tentava reagir a um assalto na Pituba.

E eu vou lá saber que existe um jogador de futebol com o mesmo nome do cara? E vou saber que o nome dele não é com dois l's? Aliás, dá pra notar que nem o repórter sabe como é que se escreve direito o nome do jogador.

quinta-feira, janeiro 23

Em tempo: Eu me amarro nesse menino!!
Gente, as coisas tão ficando cada vez mais apertadas. Portanto, não estranhem se as atualizações ficarem ainda mais escassas, ok? Prometo que assim que o semestre acabar eu volto ao ritmo normal. Por enquanto, vou tentanto aparecer o máximo que der.

terça-feira, janeiro 21

É, acho que mereço...

EU TENHO
AUTOCRÍTICA

segunda-feira, janeiro 20

E por falar em ar da graça: Luiz, dê sinal de vida que eu perdi seu e-mail junto com todas as outras coisas do meu computador, ok?
E, Ju!! Vc voltou!!!!! ;-)
Engraçado. Eu sumo por um tempinho e quando volto tem um monte de caras novas! Então, deixa eu aproveitar o breve retorno e agradecer às visitantes:
* Liazinha, meu cabelo passa longe de ser liso, mas é que faz algum tempo passei por um processo de libertação em termos cabelísticos. Isso significa que ele acorda arrepiado quando chove, triplica de volume, vira um balaio de gato, sim. Mas, bah, quem liga!! (é, foram meses de auto-sugestão até chegar a esse estágio!)
* Flávia, que também gosta de chuva e também come chocolate escondido! Ops, eu não como chocolate escondido...
* Helena, truco enjoa. Experimenta o mau-mau que esse troço vicia.
* Bia, que não é visitante mas fazia tempo que não dava o ar da graça!
Uau! Quanta mulher por aqui!! Voltem sempre meninas, sintam-se em casa!
Fui assistir à pré-estréia do novo filme do de Palma, o tal do Femme Fatale. Aquele com o Antônio Banderas. Bom, o Banderas passa a maior parte do filme calado, o que não é de todo mal. Ah, sim, claro, tem uma loira que rebola e dá pra todo mundo. Ah, e ela é má, mto má. Tirando isso, o filme é bom. Não é assim, oh! o melhor filme da minha vida, mas é bom. Não pela história em si, que fica boa até uma determinada parte e depois parece que desanda, nem pela trilha sonora que parece ter saído de um filme dos anos 50. Mas alguma coisa naquele diabo de filme me agradou. E, apesar de eu só ter evidenciado defeitos até agora, eu vou descobrir o que foi.
Vcs imaginam o que é uma saladada? Não, nada de bater na cabeça dos outros com pratos de alface (podre, podre, eu sei...). O negócio foi que ficamos meio viciadinhos em saladas e especialmente num molho de mostarda com mel (pode parecer nojento, mas é uma delícia). Daí resolvemos fazer o verdurão e nos proporcionar a nós mesmos (sic) (fica uma semana sem escrever e esquece como é que se faz!!) uma noite light. É, nada de fondue, pipoca e refrigerante. Bom, do refri não conseguimos fugir não. Mas aqui tava tudo mto saudável. Pois é, a saladada consiste em ir à feira, comprar quilos de coisas verdes cheias de agrotóxicos, temperar/cozinhar/ferver/picar e mandar ver, pensando que está nesse exato momento exorcizando o fantasma do hamburguer da noite passada. Claro, com molho de mostarda com mel. Ah, e croutons, pq aqui todo mundo adora torradinhas temperadas. Feitas em casa, lógico, pq a palavra de ordem era economizar. Tá certo que metade virou carvão no forno traiçoeiro daqui de casa, mas a outra metade estava uma delícia.

Logo no começo vc nota a diferença entre fazer um negócio desses e se entupir de pipoca com manteiga: a pipoca é mto mais rápida. Acrescentando ao fato de que foi preciso picar 578 legumes/frutas/verduras numa cozinha não industrial como a da minha casa, utilizando mão de obra não especializada dos meus amigos, que a pia daqui de casa entupiu. E daí, quase tudo pronto, ainda foi necessária uma mobilização da massa Física (e engenheira) pra desentupir a pia sem desentupidor. Tentamos de tudo: coca cola quente, água quente com detergente, pressão de todos os lados. O Carona conseguiu desentalar coisas inimagináveis de dentro dos canos daqui de casa. E isso tudo sem cobrar nada nem quebrar a parede. E o pobre ainda comeu frango pensando que era atum, como recompensa. E ele detesta frango.

Enfim, como sobremesa, salada de frutas. Eu e a Sem-Noção ficamos verdes de tanto picar fruta e espremer laranja. No final das contas a gente tava partindo pra tosquice e enfiando suco pronto de manga (marca desconhecida) lá dentro mesmo. Ficou uma delícia, juro. Uma baciona pra 10 pessoas e não sobrou nadinha.
Momento: confissão relâmpago: Eu sempre achei o Kurt Cobain um tudo-de-bom!
Momento: coisas que só acontecem com meus amigos Estávamos eu e a namorada do Carona tranquilamente almoçando outro dia lá na UnB mesmo. Quer dizer, eu tava tapeando a fome com um milkshake de ovomaltine. Ela tava matando o desejo de comer double cheese-burger do Bob's e tinha acabado de abrir a batata frita, que por sinal estava uma delícia. Nós duas, lá, na mesa, conversando, avistamos um ser bem vestido, camisa e calça social, completamente de preto, com uma sacola na mão e uns colares de temas indígenas, com umas penas, umas contas de madeira. Bom, um tipo esquisito. E ele pareceu mais esquisito quando mirou na nossa mesa, mais especificamente no saco pra viagem do Bob's da menina:
- O que é que vcs tão comendo?

Possibilidades: 1) O cara podia ser macumbeiro; 2) O cara podia ser só um maluco defensor dos direitos das tribos indígenas no Xingu; 3) O cara podia estar fazendo algum tipo de pesquisa sobre os hábitos alimentares dos estudantes universitários.
Na realidade, o mané era só maluco mesmo.

- O que é que vcs tão comendo?
- ...
- ...
- Sanduíche...
- Eu posso comer com vcs?
- ???
- É que hoje eu vou ficar até de noite sem comer pq eu tô sem dinheiro pra almoçar.
(ele senta à mesa)
- ???
- Vcs poderiam dividir comigo? Eu não tenho dinheiro nem pra pagar o restaurante universitário.
- Olha, moço, desculpa, mas nem almoçando eu tô, só tenho esse milkshake pq eu vou almoçar depois.
E o bom coração da namorada do Carona falou mais alto. Bom, o camarada já tava sentado lá mesmo, né? Vai saber se ele era algum tipo de maluco vingativo, ia nos perseguir pela universidade depois, matar nossos amigos, nunca se sabe..
- Pode comer a batata.
O cara ficou com a batatinha crocante e quentinha da pobre moça!!!!! E ficou lá, sentado, comendo a batata. Daí o doido começou:
- Eu acho a bandeira dos Estados Unidos muito bonita.
- ???
- É, com os 50 estados norte-americanos representados por estrelas. Muito bonita...
- ...
- Eu também acho a bandeira da Argentina bonita. Eu também gosto da do Uruguai, da do Paraguai. Eu não diria que a bandeira do Brasil é a mais bonita não, existem outras mais bonitas.
- ...
- Eu também gosto da bandeira do México. Vc já viu a bandeira do México?
- Já!
(é, eu não fui lá mto receptiva à conversa do rapaz. Nota: Eu não tenho a menor idéia de como é a bandeira do México)

Depois de comer quase toda a batatinha que estava tão gostosa, o cara disse 'Obrigado', levantou e foi embora. Um amigo nosso disse que ele não deve ser maluco não, só deve se fazer de tan-tan pra se aproveitar. O que me leva a concluir que ou nós duas temos cara de boas samaritanas ou de otárias.

quarta-feira, janeiro 15

Eu estava lendo o blog da Paula (que também gosta de chuva) e li um negócio lá que eu quis comentar. Só que foi uma identificação tão profunda que eu precisava colocar isso aqui.
Momento idiossincrasias: Eu também tenho a sensação de que chocolate que se come escondido engorda menos. Não que eu coma chocolate escondido, claro...
Adoro chuva.

terça-feira, janeiro 14

Essa noite eu sonhei que era viciada em drogas. Que será isso, alguma espécie de crédito de culpa?
E começou o BBB3. Alguém espera que eu fale sobre isso agora?
A nova onda do CA da física, pelo menos ali entre a gente, é Mau-Mau. Concordo, bem mais dinâmico que xadrez, nem tão dinâmico quanto truco. Ah, e pode jogar mta gente, o que é uma grande vantagem pq ninguém fica de fora. Pra quem não se lembra, mau-mau é aquele jogo onde vc pode liberar seu instinto animal e destruir a vida das pessoas que estão ao seu lado. Ok, ok, é só um jogo.

Mas não deu pra deixar de pensar nisso quando um professor nosso sentou na mesa pra jogar outro dia. O comentário do ao meu lado foi: "Puxa, é a única oportunidade que a gente tem de fuder o professor sem problema nenhum." Nem tanto. O pequenino probleminha de percurso foi que o professor tava em horário de aula. Tá, era laboratório, ele só tem que estar lá pra assessorar, mas isso não torna o negócio é menos bagunçado. Então, ele tava em horário de aula e uma aluna veio pedir pra tirar uma dúvida. Mas nós estávamos na metade do jogo, todo mundo sabe que Mau-mau é um jogo naturalmente demorado. Pois bem, ele precisou levantar pra atender a garota e arrebanhou o primeiro aluno dele nas redondezas:
- Joga aí no meu lugar.
- Prof...
- Joga aí senão vc toma pau.
Não tinha como recusar.
É, daí eu viajei, passei Natal e Ano Novo em Campinas (di-lí-ça!), comprei brincos de R$ 0,50 com minha prima que conhece todos os muquifos barateiros daquela cidade, assisti Senhor dos Anéis II e conheci o menino dos olhos verdes que se tornou meu amigo. É, amigo sim. E priu.
Aliás, o problema de muquifos que vendem coisas por R$ 0,50 é que eles atiçam o monstro comprador compulsivo que existe dentro de nós. E no final vc sai de lá saltitante cheia de tranqueiras que não vai usar e achando que fez um grande negócio pois todas custaram a módica quantia de meio real.
Passei a virada de ano de cor de rosa. É, eu nunca confiei nessas coisas não, mas vai saber...
Que tipo de reputação será que tem um motel chamado Psyt's??

quinta-feira, janeiro 9

Computador de novo eu até tenho. Tá mesmo é faltando coisas dentro da cabeça pra dizer. Mas estou prestes, quase lá, prometo.
Mas aproveitando que eu tô aqui, deixa eu falar que tive que formatar meu computador, portanto quem me tem nas suas listas de e-mail e icq, por favor, mande um sinal de vida pq eu perdi todos os meus contatos, ok?

quarta-feira, janeiro 8

Gente, não desistam de mim ainda não. É que tô meio sem computador ainda. Guentem as pontas, ok?