segunda-feira, junho 30

Eu finalmente fui assistir O homem que copiava. Pra ser sincera, sou meio suspeita pra falar de cinema nacional. Com raras exceções, eu costumo gostar de tudo. É, ufanismo mesmo. Pois é. O Homem que Copiava é um ótimo filme. Primeiro, pq foge daquela coisa que já tava ficando chata de retratar a violência e a pobreza, especialmente nos morros do Rio de Janeiro. Sério. Eu compreendo o cinema como forma de protesto e janela pra conscientização, mas já tava dando no saco. Então, o filme se passa em Porto Alegre. Bom, muito bom pra começar. Depois, só mauzinhos morrem. Hmm... tá melhorando. E, tchan-ram, é uma história de amor. Fofo. Leve. Bonitinho.
É, muito, muito bom. Aliás, prestem atenção nos detalhes dos quais fala a matéria do link aí em cima. E depois me digam se já tinham descoberto o porquê da galinha.

domingo, junho 29

A gente vê cada coisa bizarra nessa vida. Outro dia eu tava voltando da Academia (de ginástica mesmo. É, ainda não desisti. Também não tá fazendo muito efeito não..) com uma amiga e andávamos tranquilamente pelo estacionamento quando uma coisinha me chamou a atenção. Um Honda Civic verde escuro, lindo, estacionado. Com a chave na porta!!! Sim, a chave tava pendurada na porta, enfiada na fechadura. E não tinha ninguém dentro do carro. O primeiro pensamento foi de tirar a chave dali, deixar um bilhetinho no pára-brisa com o telefone pro dono do carro pegar a chave depois. Mas e o medo de ser um carro bomba? Ou uma pegadinha do Faustão. Ou pior: uma pegadinha do João Kléber!! A gente olhou, olhou, teve um momento de pena pelo desligamento do dono. E, bem, fomos embora. Sei lá, nessas épocas de terrorismo anti-semita e programas de tv de alto ibope, melhor não brincar com essas coisas.
Quarta feira eu fui ao Jogo de cena. Engraçado como a vida se encarrega de nos fazer superar antigos traumas. Eu fui a um jogo de cena tão ruim há uns tempos atrás que achei que nunca mais iria a um novamente. Pois é, depois de deixar os brasilienses quase seis meses em jejum, apesar da promessa de apenas um mês de férias, resolveu-se voltar com o Jogo de Cena. E lá estava eu.

Não sei pq, mas tenho a impressão de que os começos são sempre meio deprê. E sempre sempre sempre tem um espetáculo de dança contemporânea muito chato. Eu juro que queria ter a mente aberta o suficiente pra gostar de dança contemporânea. Mas minha cabeça ainda tá na idade moderna, sorry, e gente se jogando no chão e batendo no próprio corpo ainda me parece meio estranho. Mas já tô começando a me acostumar.

Valeu a pena. Geralmente vale. Especialmente os apresentadores Welder e Pipo pareciam que tinham sido ligados na tomada. Acho que foi a abstinência. Ou eles tomaram alguma coisa antes de subir no palco, quem sabe...

sexta-feira, junho 27

Momento: idiossincrasias: Eu danço e canto Please, Mr. Postman (oh, yes, wait a minute mr. postman. (wait) wai-ai-ai-ait mr. postman...) no carro enquanto dirijo. Com direito à paradinha de mão e toda a coreografia.
Eu preciso arranjar tempo pra voltar aqui com calma e contar minha aventura No Limite e meu caso de amor com um carrapato.

domingo, junho 22

Não é puxa-saquismo. É jornalismo sério.
E eu não estou sendo sarcástica, ouviram?
E antes que eu me esqueça, a Betty está sendo transmitida pelo canal 56 UHF pra Bsb. Sim, e ao que tudo indica teremos final feliz feliz esta semana.
E eu tenho me mostrado uma blogueira muito, muito relapsa. Agora que o computador novo resolveu entrar em greve, antecipando-se aos professores universitários e funcionários públicos, tá mais difícil ainda. Mas deu pra perceber que tem um monte de gente nova por aqui. Entrem, sentem-se e fiquem à vontade, ok? E aos veteranos de casa, Ilustre, Lia e Ju, que resolveram voltar e dar o ar da graça, merci beaucoup pela visita.
A casa é de vcs.

terça-feira, junho 17

Eu acho que a definição de "inodoro, incolor e insípido" não devia ser dada à água. Devia ser da ricota.
Pode parecer despeito, mas eu tenho pra mim que as mulheres só gostam de receber flores no dia dos namorados pra fazer inveja nas outras mulheres.
E me ensinaram uma simpatia excelente pro dia de Santo Antônio: pegar 3 rosas vermelhas (não só as pétalas, a rosa mesmo) e colocá-las debaixo do travesseiro. Na noite do 13 de junho vc irá sonhar com o homem da sua vida.

Ainda bem que eu não fiz. De sexta pra sábado sonhei com o Eurico Miranda.

domingo, junho 15

E eu passei o dia dos namorados na cama. Antes que os mais malvadinhos se animem, posso garantir que estava desacompanhada e que não foi nada agradável. Peguei uma gripe de matar que me impediu de sair dia 12 pra comemorar a solteirice.

segunda-feira, junho 9

E a UnB está a se orgulhar por ser uma universidade a aprovar a ridícula cota para negros no vestibular. E o povo ainda acha bonito. Preconceito filho da puta.

domingo, junho 8

Um óleo que promete tratar da pele e do cabelo em um só produto não quer mesmo ser levado a sério, né? Sim, eu tenho um. É, eu tô usando. No cabelo. E só.
Ontem foi o dia da festa junina do Nipo. Conto depois.

sábado, junho 7

Hoje eu tava parada no sinal e tinha uma mulher bem bonita andando na calçada. Não, pervertido, eu não tava olhando pra mulher pq ela era bonita. Na verdade, eu tava pensando em como ela tinha conseguido combinar o tom vermelho da blusa com a cor da sandália. Enfim, eu sei que ela tava andando feliz e rebolante na calçada quando de repente, não mais que de repente, tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra. A mulher, os livros, os papéis, as bolsas, foi tudo direto pro chão, sem escala. O mais impressionante é que eu nunca vi surgir tanto homem em tão pouco tempo. Eles só podiam estar escondidos nos bueiros, a rua tava deserta! Mas de uma vez tinham cinco em torno da moça, perguntando se tava tudo bem, se ela tinha se machucado, ajudando a catar os livros. Eu queria ver se fosse uma velha gorda e vesga. Bah, homens!
E a vida tava tão corrida que eu nem tive tempo de reclamar: tiraram a Betty do ar. Mas dessa vez não foi por conta da falta de respeito da Rede TV! com o telespectador, como da última vez. Agora a coisa foi pra valer: a emissora simplesmente não é mais retransmitida em Brasília. Sim, no lugar entrou o Canal 21, que li em algum lugar é um outro canal do grupo Bandeirantes. Ok, foi bom ter me livrado da Luciana Gimenez e do João Kléber. Mas é uma puta sacanagem não passar mais a novela faltando 2 (duas!!!) semanas pro final. Ninguém merece.
Gente! O Blogger mudou a cara da página onde a gente faz os posts! Que fofura!! Isso faz muito tempo ou sou eu que não vejo aqui há semanas?

terça-feira, junho 3

Eu pensava que ninguém lia esse status de humor aí do lado. Mas enfim...
Antes que me interpretem mal, 100% natural não significa :
1) que eu agora escrevo no blog sentada completamente nua na frente do computador.
2) que eu parei de depilar qualquer área do meu corpo que merecesse depilação.
3) que faz 10 dias que eu não escovo os dentes. (eu passo até fio dental, ouviram?)
4) que eu parei de tomar banho, lavar o cabelo, passar perfume, hidratante no rosto, hidratante no corpo e batom e afins.
É, pensando bem, deixa esse negócio de natural pra lá.

domingo, junho 1

Sábado foi churrasco na casa do meu orientador. É que ele passou por uma seleção pra professor titular na UnB e, bem, como o negócio não foi mole não, resolveu dar uma festa pra comemorar. O bacana é que ele realmente tava empolgadíssimo, e queria dar uma festa de noite, com Dj e pista de dança. Mas pro bem dele mesmo ele se consientizou a tempo e acabou sucumbindo à boa e velha carne vermelha. Ainda assim a empolgação não foi embora: ele contratou sim o Dj (que se encarregou de nos presentear com o melhor do forró da banda Caça Cabaço, que dá telefone de contato no meio das músicas e canta pérolas como na hora de virar os óinho/ tem que ser os dois/ um não faz tudo sozinho), além de um videokê, onde eu encarnei de Maria Chiquinha (que cocê foi fazê no mato, maria chiquinha) a Gretchen (conga, conga, conga, conga la conga), sem coreografia pra ambas, lógico, além de muita, muita, muita comida boa!

O professor fez questão de convidar a Física inteira. Quem ia passando pela frente ele perguntava: "eu já te dei o mapa pra chácara?". Disse que fazia questão dos amigos e alunos todos lá. E engraçado é que realmente era um churrasco pra 200 convidados, entre eles amigos de todas as décadas, das épocas de colégio, faculdade, colegas de trabalho, gente do meio, alunos, ex-alunos e uma família enorme. E lá, sentadinho numa mesa atracado com um pedaço de frango, o Vladimir Carvalho, o diretor do Barra 68 (excelente documentário por sinal), além de outros amigos do movimento estudantil da época da ditadura. É, quem disse que os físicos não são engajados politicamente?