segunda-feira, junho 30

Eu finalmente fui assistir O homem que copiava. Pra ser sincera, sou meio suspeita pra falar de cinema nacional. Com raras exceções, eu costumo gostar de tudo. É, ufanismo mesmo. Pois é. O Homem que Copiava é um ótimo filme. Primeiro, pq foge daquela coisa que já tava ficando chata de retratar a violência e a pobreza, especialmente nos morros do Rio de Janeiro. Sério. Eu compreendo o cinema como forma de protesto e janela pra conscientização, mas já tava dando no saco. Então, o filme se passa em Porto Alegre. Bom, muito bom pra começar. Depois, só mauzinhos morrem. Hmm... tá melhorando. E, tchan-ram, é uma história de amor. Fofo. Leve. Bonitinho.
É, muito, muito bom. Aliás, prestem atenção nos detalhes dos quais fala a matéria do link aí em cima. E depois me digam se já tinham descoberto o porquê da galinha.

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