sexta-feira, agosto 8

Eu bem que gostaria, mas não sou boa na sinuca. Eu já até tentei pensar que tudo não passa de geometria e conservação de momento linear, pra ver se tornava o negócio mais racional e tentava encaçapar algumas bolinhas. Mas não deu muito resultado não. Agora, que principiante costuma ter uma sorte de dar inveja, isso é verdade. Vejam hoje. De uma hora pra outra resolvemos jogar sinuca pq afinal de contas não tinha nada melhor mesmo pra fazer. Programa barato, lugar de família (!), um monte de café-com-leite reunidos. Todo mundo super "taco-de-pau" (ô expressãozinha mixuruca mais ambígua essa que eu acabei de inventar...). Ok, os ruinzinhos mesmo tavam só na nossa mesa. Do lado, dois caras jogavam com umas luvas que só podem ser de profissional, pq ninguém usa uma coisa daquelas só por achar bonito. Aliás, duvido muito até que alguém ache bonito. Mas eu tô divagando.
E daí, pela diversão pura, eis que o inimaginável surge: teve bola encaçapada de costas, rebatida, bola com efeito, bola puladora, de tudo um pouco. Tá certo, a noite também foi recheada de tosqueiras. Mas dessas a gente esquece. São mais comuns.

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