quarta-feira, junho 30

Pois é. Final de semestre é (com o perdão da palavra, mas não tem nenhuma outra que encaixe melhor na situação) uma merda. Por isso, sem chances de dar as caras por aqui. Mas eu preciso expressar a minha indignação pq eu ainda não me recuperei do trauma: como assim a Laura matou Lineu???

sexta-feira, junho 25

Bom, vamos lá, eu não posso evitar, afinal de contas a novela acaba hoje.

Pois bem, eu antes achava que quem tinha matado Lineu era o Hugo. Afinal de contas, ele era bonito demais pra ser tão apaixonado pela Maria Clara, e especialmente, ele era bonzinho demais. E todo mundo sabe que homens bonzinhos não existem. Mas aí o Gilberto Braga destruiu minha teoria arranjando um encontro entre Hugo e Ana Paula Arósio, e ambos foram fazer um 21 em Florianópolis no capítulo de ontem.

Daí tive que pensar em outra teoria. Ouvi dizerem que o assassino poderia ser o ajudante da Dona Yolanda, mas ele é tão importante na trama que eu nem me lembro o nome dele, talvez o Gilberto não tenha pensado em nada tão elaborado. Por outro lado, eu já descartei os suspeitos mais óbvios, como a Laura, o Renato Mendes e o Marcos, pq afinal de contas o Gilberto não iria pensar em algo tão sem graça. O problema é que entre o elaborado e o sem-graça eu não consigo encontrar nada.

Sim, pq apesar de atolada de coisas até o pescoço pra fazer, eu me dou ao luxo de assistir novela.

quarta-feira, junho 23

Impressionante! Eu não seria nada sem vcs! Sendo isso ou não, coloquem a culpa no Carlos, viu?
"BsB é a sigla de Brasilia porque foi o código definido para o Aeroporto Internacional de Brasília, assim como GIG (Galeão Ilha do Governador), SDU (Santos Dumont), GRU (Guarulhos)."

Mas ainda resta a dúvida: pq diabos a sigla para o aeroporto seria BsB? Eu sempre quis saber é de onde raios vem o segundo B..

terça-feira, junho 22

Isso tudo pq eu queria publicar um e-mail que recebi da Lia há algumas semanas. Eu já agradeci, mas não custa nadinha agradecer de novo: Lia, brigadinha. Vc acertou em cheio!

Infeliz em público

O sofrimento, excentuando-se o que traz de dor, tem um certo glamour, é cinematográfico.

Cena 1: você atravessa a madrugada escutando músicas antigas, fumando dois maços e revendo fotos.

Cena 2: você se trancafia no banheiro, senta sobre a tampa do vaso sanitário e dissolve-se de tanto chorar.

Cena 3: você se revira na cama sem conseguir pregar o olho, pensando, lembrando, doendo.

Cena 4: você caminha por uma rua da cidade, sem rumo, parando para uma cerveja num boteco estranho, onde ninguém lhe conhece ? que bom ser invisível.

Se é pra sofrer, que seja sozinho, onde seu rosto possa estampar desalento, inchaços, nariz vermelho, olhar perdido, boca crispada. Se é pra sofrer, que o corpo possa verter, vergar, amolecer. Se é pra sofrer, que possa ser descabelado, que possa ser de pés descalços, que possa ser em silêncio.

Que os demônios levem pro inferno aquele que bate à nossa porta bem no meio da nossa fossa, aquele que telefona bem no auge das nossas lágrimas, aquele que nos puxa para uma festa obrigatória. Malditos todos aqueles com quem não podemos compartilhar nossa dor, e nos obrigam a fingir que nada está se passando dentro da gente.

Disfarçar um sofrimento é trabalho de Hércules. Um prêmio para todos aqueles que conseguem fazer com que os outros não percebam sua falta de ânimo nos momentos em que ânimo é tudo o que esperam de nós: nas ceias de Natal, jantares em família, reuniões de trabalho. Você não quer estar ali, quer estar em Marte, quer estar em qualquer lugar onde não seja obrigado a sorrir.

Há sempre o momento de pedir ajuda, de se abrir, de tentar sair do buraco. Mas, antes, é imprescindível passar por uma certa reclusão. Fechar-se em si, reconhecer a dor e aprender com ela. Enfrentá-la sem atuações. Deixar ela escapar pelo nariz, pelos olhos, deixar ela vazar pelo corpo todo, sem pudores. Assim como protegemos nossa felicidade, temos também que proteger nossa infelicidade. Não há nada mais desgastante do que uma alegria forçada. Se você está infeliz, recolha-se, não suba ao palco. Disfarçar a dor é dor ainda maior.

Martha Medeiros

Uma dos grandes baratos de se ter um blog (e eu falei como minha mãe agora...), além é claro de ter onde soltar os cachorros e ser imperfeita e chorar as mágoas, são as pessoas que vc encontra no caminho. Nestes quase 3 anos cultivando a ociosidade na internet eu tive a sorte de encontrar muita gente bacana por aqui e que demonstra interesse por mim com muito mais constância do que muitas das pessoas que passam 24h do meu lado. Uma vez a falou algo sobre isso, sobre a presença marcante dos amigos nadinha virtuais que ela teve oportunidade de fazer na net. Eu também posso me considerar uma felizarda.

Ou seja, aproveitando um momento meigo da Stellinha, eu queria dizer que vcs são fofos. Especialmente pq mesmo eu relapsamente não dando as caras por aqui há quase um mês têm sempre o pessoal que vem bater o cartão de fidelidade, e tem gente que vai e volta (né, Vander?) e tem quem vem escrevendo notinhas de rodapé diárias na minha vida. E isso soou piegas pra cacete, mas vcs entenderam o que eu quero dizer.
"Vc agrada quando escreve pouco" era, sinceramente, pra ser considerado como um elogio?
Quase um mês sem dar as caras. Eu sou muito picareta mesmo com esse blog, coitadinho. Quem ainda tem paciência de passar aqui, em duas semanas as coisas se estabilizam. Final de semestre não é moleza e eu ando fre-né-ti-ca (abra suas asaaaaaas/ solte suas feeeraaaaas!!). Mas eu até que fiz um bocado de coisas legais: fui ao cinema, fui ao teatro com ar condicionado quebrado, ainda não fui em nenhuma festa junina mas junho ainda não acabou. Ah, e vou pro Rio mês que vêm pra um Congresso. Ufa!

terça-feira, junho 1

Eu não tô deprimida. Nem revoltada com o mundo. Tô.. sei lá...