quinta-feira, julho 29

Eu acho um porre querer muito falar alguma coisa aqui e ter medo de alguém se sentir ofendido pela exposição.
Falemos das cotas então. Não bastasse o vexame de ter assumido como cotistas mais de 90% dos inscritos (isso incluindo japoneses, loiros dos olhos azuis e ET's verdes com anteninhas), a UnB gostou da idéia de segregação e paternalismo e instituiu a cota pra alunos de escola pública. Ah, sem esquecer da cota pra índios também.

Ok, vamos aos fatos. Tem pouco negro na universidade. Também acho. Mas quando eu fiz vestibular não me lembro de nenhum campo na minha prova que eu precisasse preencher com minha cor. E querer compensar séculos de discriminação racial com cotas na universidade é, no mínimo, ofensivo.

Não, não falemos das cotas. Eu sempre me aborreço quando penso nesse assunto.

quarta-feira, julho 28

Depois do ICQ, eu descobri uma coisa: MSN é tudo na vida de uma pobre menina como eu: vc coloca uma foto qualquer fora de foco e todo mundo diz que vc é linda. É o equivalente a passar na frente da construção, só que com mais tecnologia.

domingo, julho 25

Nenhuma criatura (exceto, talvez, o Eurico Miranda) marece Caetano Veloso cantando Come as you are por R$140,00. Nem de graça, vale dizer.
Momento: a sinceridade é um dom: Pelo telefone:
- Oi, tá ocupado?
- Tô. Muito. Bastante. Demais!!!
Momento: Roubando palavras: Fui ver Cazuza faz um tempão. E eu me dei conta de que não tinha falado disso aqui ainda, então faço minhas as palavras da Monica:

Em três palavras: Um filme espetacular.
Em duas palavras: Simplesmente maravilhoso.
Em uma palavra: Magnífico!
Vale o ingresso. Vale a espera na fila. Vale as duas horas dentro do
cinema.
É impressionante como a Globo engana a gente. Eu preciso me dizer que me surpreendi com o Rio. Primeiro de tudo, claro, as balas não voam perdidas pela cidade. Bom, pelo menos não por toda a cidade. Pelo menos não pela parte da cidade onde eu estava. Afinal, moram cerca de 5 milhões e meio de pessoas por lá e, bem, elas vivem.

Segundo, nem todo mundo no Rio é bonito. É, lá tem gente velha, gorda, feia, careca e esquisita, acreditem! Nem todas as meninas são siliconadas e nem todos os caras são a lata do Paulo Zulu. Aliás, eu preciso dizer que não encontrei nenhum espécime de menino-do-rio nem nenhuma garota-de-ipanema.

Terceiro, a vida do Rio não gira em torno da praia. As pessoas trabalham e lá também chove. E como chove. Se eu disser que só vi a praia à noite, ou passando de carro (à noite) ou do avião quando ele decolou (sob neblina) vcs não acreditariam. Consegui tornar os dois finais de semana que passei lá quatro dias de muita (mas muita mesmo) chuva e frio. Ah, é, outra surpresa: lá faz frio eventualmente.

Daí que o frio e a chuva me rendeu uma gripe que se estende do momento em que pisei em Brasília até agora. Ok, a idéia de fazer um passeio na Ilha Fiscal em um dia de chuva não foi lá muito esperta. Mas isso eu conto depois.
Como uma pessoa pode passar duas semanas na Cidade Maravilhosa e ainda ter espaço pra "dias de fúria", como disse a Lulu? Pois é, deixa eu ver se consigo explicar.

Só chove naquela cidade, porra!

Eu ia falar alguma coisa, mas até esqueci.
Cada vez que eu entro no Blogger ele tá com uma frescurinha diferente.
Eu hein...

terça-feira, julho 13

Ser compreensiva é uma merda!