quinta-feira, julho 29

Falemos das cotas então. Não bastasse o vexame de ter assumido como cotistas mais de 90% dos inscritos (isso incluindo japoneses, loiros dos olhos azuis e ET's verdes com anteninhas), a UnB gostou da idéia de segregação e paternalismo e instituiu a cota pra alunos de escola pública. Ah, sem esquecer da cota pra índios também.

Ok, vamos aos fatos. Tem pouco negro na universidade. Também acho. Mas quando eu fiz vestibular não me lembro de nenhum campo na minha prova que eu precisasse preencher com minha cor. E querer compensar séculos de discriminação racial com cotas na universidade é, no mínimo, ofensivo.

Não, não falemos das cotas. Eu sempre me aborreço quando penso nesse assunto.

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