domingo, julho 25

É impressionante como a Globo engana a gente. Eu preciso me dizer que me surpreendi com o Rio. Primeiro de tudo, claro, as balas não voam perdidas pela cidade. Bom, pelo menos não por toda a cidade. Pelo menos não pela parte da cidade onde eu estava. Afinal, moram cerca de 5 milhões e meio de pessoas por lá e, bem, elas vivem.

Segundo, nem todo mundo no Rio é bonito. É, lá tem gente velha, gorda, feia, careca e esquisita, acreditem! Nem todas as meninas são siliconadas e nem todos os caras são a lata do Paulo Zulu. Aliás, eu preciso dizer que não encontrei nenhum espécime de menino-do-rio nem nenhuma garota-de-ipanema.

Terceiro, a vida do Rio não gira em torno da praia. As pessoas trabalham e lá também chove. E como chove. Se eu disser que só vi a praia à noite, ou passando de carro (à noite) ou do avião quando ele decolou (sob neblina) vcs não acreditariam. Consegui tornar os dois finais de semana que passei lá quatro dias de muita (mas muita mesmo) chuva e frio. Ah, é, outra surpresa: lá faz frio eventualmente.

Daí que o frio e a chuva me rendeu uma gripe que se estende do momento em que pisei em Brasília até agora. Ok, a idéia de fazer um passeio na Ilha Fiscal em um dia de chuva não foi lá muito esperta. Mas isso eu conto depois.

Nenhum comentário: