quinta-feira, novembro 25

Quase 15h de sono depois, eu acho que até me sinto melhor.
Acho.

sábado, novembro 20

Se todos os meus professores tivessem piedade de mim e resolvessem parar hoje, nem assim eu conseguiria me colocar em dia até o final de semestre.
Depois me perguntam pq eu tô deprimida.
Ah, tem novidades do menino lá. Conto depois.

domingo, novembro 14

Momento: Como assim, Bial?:
Abre aspas:

Ah, e quando eu digo que você é muito legal, eu quero dizer que gosto de você, mas não sei dizer isso.

Fecha aspas.

terça-feira, novembro 9

Eu perdi tanto tempo relendo meu próprio blog que não fiz nada do que eu tinha pra fazer. Tô num desânimo sem fim, então essa apatia não é lá grande novidade. A novidade do dia foi outra. Alguém se lembra da Novela da vida real? Da época em que eu era uma pessoa tranquila e feliz que se arrastava pelo chão do minhocão nos sábados à tarde "pra disfaçar"? Se não lembra, é só ir lá em cima e procurar. Aliás, deixa eu falar disso de procurar antes de continuar.

A Lulu já tinha escrito, mas eu ainda não tinha me dado conta da utilidade da barra lá em cima que eu até então achava que só servia pra dar problema no leiáuti. Caso vocês ainda não tenham entendido, tem uma barra cinza lá no topo do blog que foi colocada aí contra a minha vontade. Daí eu fiquei pensando que era um sistema de busca do google, uma coisa chulé qualquer. Na-na-ni-na-não! É um sistema de buscas dentro do próprio blog. Ou seja, vc tá lá querendo saber se eu escrevi aqui sobre sei-lá-o-quê, escreve lá em cima e, pimba!, ele só retorna resultados internos. Não é feitiçaria, é tecnologia!

Então, a novela. Aquela que morreu sem dizer adeus, que não teve direito nem a um final xoxo qualquer de novela das 8, daqueles que te fazem prometer que nunca (nunquinha!!) mais vai assistir novela na vida. Pois bem. Ela sempre, em toda a sua existência, teve leitor ilustre, sabiam? O Professor, matemático e personagem principal, que ao contrário do que possa parecer pelo caráter insólito da história como um todo era gente como a gente e vive até hoje, lia, adorava e só não comentava pq era tímido. Ok, essa última parte eu inventei, mas que ele lia ele lia.

domingo, novembro 7

Eu queria sumir. Pronto, taí, isso sim seria solução. Sumir do mapa, não dar nem notícia, ir me enfiar numa cidade de interior e cuidar de vacas. Tá. Nada de vacas. Mas eu queria um lugar bem frio, onde ninguém me conhecesse, onde eu pudesse andar completamente incógnita pelas ruas, enfiada num casaco grande e fofo marrom, e viver a minha vida. Não que isso seria muito diferente do que me acontece, tirando pela parte do casaco, porque aqui anda fazendo um calor dos diabos. Nada seria diferente, mesmo com uma placa de sinalização luminosa e com recursos sonoros.

Tô mal-amada sim, e daí? Tô num mau humor dos diabos, tô me sentindo rejeitada, tô me sentindo burra, tô me sentindo feia e, especialmente, tô cansada. Eu sinto um sono que não passa, e me conhecendo bem eu sei que isso é só uma fuga besta de quem já se encheu de chorar pro travesseiro. Aquele idiota quer me manter numa prateleira de reservas, e se sente no direito de dizer que tá com saudades quando não sente saudades porra nenhuma. Nada do que eu pense, sinta ou faça muda aquela cabeça oca e dura. E meu futuro vai ser vê-lo andando de mãos dadas com alguma Galatéia por aí, feliz com sua estátua de mármore, simplesmente pq Vênus olha pra todo mundo menos pra mim.

É ridículo ir à luta. Simples assim, acho que ridícula sou só eu. Tomar na cabeça faz parte da vida, mas eu tô de saco cheio de ser ponto fora da curva estatística. Ah, tá, é problema de auto-estima achar que necessariamente o problema é comigo, né? Ok, então deixa eu te contar uma novidade: problema maior ainda é imaginar que é o resto do mundo que precisa usar lentes de aumento pra enxergar aquilo tudo que eu tenho de "maravilhoso". Quer ver piorar? Maior problema é a pedância de dizer que o problema é com eles, afinal eu sou realmente encantadora, meiga, uma fofa. Sou fofa o cacete.

Eu sou útil, mas só às vezes. Quando não, me coloca ali num cantinho e grita quando precisar.

sexta-feira, novembro 5

Burra.
Burra.
Burra!

quarta-feira, novembro 3

Um dos meus objetivos de vida é entender, pelo menos uma vez, um filme do David Lynch.