domingo, novembro 13

(...) Acho que essa é a chave do crescimento humano – erre em público. Acerte em privado.

Pense nos seus conhecidos, por exemplo.

Existem aqueles que parecem abelhas zumbindo: alardeiam sua amizade, fazem declarações de companheirismo vazias, espalham seu apoio e amor a você aos quatro ventos. Parecem pessoas ótimas. Bons parceiros de farra, esses.

Mas eles somem nas horas que você mais precisa. Que realmente importam.

E existem os silenciosos. Aqueles que não te ligam todo dia. Que não te mandam mil recadinhos. Que não fazem grandes declarações. Que podem até não concordar com você o tempo todo.

Mas que são os que estão presentes nos momentos que você precisa. E às vezes nem sabe que precisa. (...)


A Elise disse. Copio, colo e concordo.

sábado, setembro 17

E daí eu sonhei que o departamento pro qual trabalho ia me pagar pra ir a um congresso em Paris. Tudo, tudo pago. Eu ia, felicíssima, aproveitava até cansar. Na volta, ainda dentro do avião, exclusivamente lotado de físicos, meu orientador, que era o organizador do congresso e responsável pelo reembolso das diárias e passagens, dizia calmamente:

- Bom, é hora de começarem os shows.

Uma moça que era obviamente a secretária do departamento sacava uma caderneta e ia pro fundo do avião, enquanto eu fazia cara de Q. Daí eu percebia que estavam todos pegando papéis em suas mochilas e começando a afinar a voz. Eu perguntava pra alguém que estava ao meu lado "WTF? e me diziam que estava no termo de compromisso que a gente tinha assinado antes de viajar: pra ter o dinheiro reembolsado, cada um precisava fazer a apresentação de duas músicas que conhecesse muito bem, e ainda ter preparado um bis, caso fosse solicitado. Diante do burburinho dentro do avião, em que as pessoas trocavam impressões sobre as escolhas musicais dos colegas, a secretária dizia, seriíssima:

- Vocês estão achando que isso é brincadeira, mas essa apresentação é muito séria.

Eu simplesmente não conseguia lembrar de nenhuma música. Nenhuma. Passava mentalmente os cds que tenho na estante de casa, mas eu sabia que nenhuma música eu saberia cantar direito, do começo ao fim. Eu pensava na Zélia, "eu sou tão fã, eu devo saber alguma música de cor" e nada. Eu não sabia. Enquanto isso, meu orientador chamava o primeiro calouro: o Tiririca. Enquanto ele cantava uma música do Guilherme Arantes, eu pegava meu mp3 player no bolso e ficava frustradíssima ao perceber que só tinham bandas novas na memória. Coisas que eu tinha baixado pra conhecer, e absolutamente nada que eu pudesse cantar lá na frente. Eu pegava meu computador pra tentar ir escondida até o banheiro e olhar no HD se alguma coisa salvava minha memória, e eu não podia permitir que alguém soubesse que eu nem sabia que tinha que preparar uma música, quanto mais que eu não conseguia me lembrar de nada que já tinha ouvido na vida. Quando eu estava no caminho, meu orientador chamava meu nome. Era a minha vez.

- Tem que ser agora? É que eu estava indo ao banheiro.

terça-feira, agosto 2

Biscoito da sorte de ontem:
- O momento oportuno virá -

Biscoito da sorte de hoje:
- Agora é um momento de tentar algo novo -

Juro.

domingo, julho 17

Nunca tinha reparado que a namorada do Marty McFly tinha pegado o Daniel San alguns anos antes.
Só pra tirar a poeira.

segunda-feira, julho 4

Hoje fui acompanhar um amigo à clínica em que ele foi fazer correção de miopia com laser. No final da cirurgia, ele em pé em um lado da sala de espera aguardando a receita cheia de colírios, de frente pra mim, eu do outro lado da sala. Em um momento olhei pra ele e ele estava olhando pra mim. Sorri. Ele sorriu de volta, mas disse: "vc sabe que eu não tô conseguindo ver nada, né?" ao que eu respondi "bom, mas ao menos sabe que estou olhando pra vc". Uma senhora que aguardava a vez dela interveio "antes ele te via de um jeito. agora, ele vai passar a te ver diferente".

Achei fofo.

terça-feira, maio 31

Sonhei que eu tinha um amiguinho e ele se chamava Victor ("ooooiiii, Victor!"). Victor e eu nos dávamos muito bem, ele me dizia umas verdades vez ou outra, vinha me visitar, conversávamos longamente sobre os mais diversos assuntos, confiávamos muito um no outro. No meu sonho, Victor e eu éramos bons amigos. E nos sonhos do meu sonho, ninguém queria que fôssemos algo diferente disso.

domingo, maio 1

Acho que já é Farofa in Rio, quando tem Paralamas, Milton Nascimento. Jay Z, Maná, Shakira, Guns e Motorhead, não?
“That’s why I can’t say enough times, whatever love you can get and give, whatever happiness you can filch or provide, every temporary measure of grace, whatever works. And don’t kid yourself. Because its by no means up to your own human ingenuity. A bigger part of your existence is luck, than you’d like to admit.”
whatever works, woody allen

Dela.

sexta-feira, abril 29

Um casal de conhecidos se mudou pro Rio há cerca de um ano. Na época da mudança, ele veio primeiro por conta do trabalho e ficou hospedado em um hotel, enquanto ela ficou  na cidade natal arrumando a mudança pra já vir de mala e cuia. A maior parte das pessoas que eu conheço tem muito medo do Rio de Janeiro antes de conhecer a cidade. Algumas continuam com medo depois de visitarem, mas a maior parte vem pra cá e percebe que a maioria das sei-lá-quantos-milhões de pessoas que moram aqui vivem normalmente, e que apesar de a cidade ter alguns (muitos) problemas sérios, ainda é essencialmente uma cidade grande, com todos as suas peculiaridades (e o carioca pra dar uma piorada no processo). Enfim. Ela tinha muito receio do Rio, e um belo dia ele saiu do seu quarto de hotel e foi pro apartamento de uns amigos. Voltou pro hotel super tarde, nem se lembra como, já pra lá de Marrakesh, e capotou na cama. Ela tinha tentado ligar pra ele no quarto várias vezes, tentou o celular, tentou de tudo e nada. Daí começou a ficar preocupada. E mulher preocupada liga pros amigos, né, pra ter notícia. Então, depois de passar horas tentando, já era de madrugada quando ela ligou pra um amigo que também mora aqui.

- Alô, Gustavo?
- Gkldfsjripoewqb...
- Desculpa a hora, tava dormindo?
- Não, não, tava vendo um filme. (mentira, tava dormindo sim)
- É que eu tô procurando o Daniel.
- Ah, a gente tava no Thiago, mas já voltou pra casa tem tempo. Tentou o celular dele?
- (não, Pedro Bó!) Pois é, não atende.
- Ah, aqui no Rio é assim mesmo, vai ver ele foi assaltado.
- !!!
- Mas não se preocupa não, que se ele teve sorte levaram só o celular.

Amigos são pra isso mesmo. Pra trazer conforto.

terça-feira, abril 26

No facebook:

Cena 1:
- Tô morrendo! Tô com uma árvore no meu olho que nao saaaaaaaaaaaaai!
- Coloca o dedo na tomada...se piscar é de natal ..... ;)

Cena 2:
- Tem como não amar o Darth Vader?
- Não tem. Seu dresscode é realmente é mto phino.

Meus amigos. ;)

Postando em pílulas. Tudo pra não deixar o samba morrer. 
"Esse é o nosso Rio de Janeiro: cada vez que chove, cai um pedaço."

Ah, a sabedoria dos taxistas.

sexta-feira, abril 22

Tomei um café.
4h01 am
Forever awake.

sexta-feira, abril 15

Papo vai, papo vem.

- Ele não é uma má pessoa, sabe, Stella? Ele não tem má índole, não tem má intenção. Mas a pior pessoa que ele pode ser, ele é com você.

Nunca. Ficou. Tão. Claro.
Muito surpresa de saber que baleia não tem gosto de peixe. Tem gosto de bife. Dani Suzuki que disse. Tendo a acreditar.


Em homenagem ao meu visitante do Alaska.
Uma amiga professora entrou numa turma de adolescentes hoje de manhã e foi abordada por um grupo de alunos:


- Professora, a senhora sabe o endereço da professora Cláudia*?
- Ué, gente, sei não. Por que, ela tem um blog?
(mega antenada nas novas tecnologias, minha amiga)
- Não, professora, o endereço dela mesmo, da casa dela.
- Uai, gente, como é que eu vou saber o endereço da professora Cláudia? Por que, vcs querem mandar algum presente pra ela?
- Não, professora, é que a gente quer inscrever ela no Esquadrão da Moda.

Significa.


*Nome da professora obviamente trocado que, né, a gente tenta minimizar a bandeira que dá na vida.

segunda-feira, abril 11

Vivendo e aprendendo.
Um casal de amigos muito querido terminou um namoro de longos, muitos, incontáveis anos. Foi triste e muito sofrido pra ambos, e o processo de superação de cada um deles durou um tempo. Pra mim foi só tenso. Eu sei que não tenho nada com isso, não sou tão maluca assim. Mas eu tive que me acostumar com a separação e, durante esse tempo, estabeleceu-se, na minha cabeça, que o nome ela era aquela-cujo-nome-não-mencionamos nas minhas conversas com ele e vice-versa. Era mais fácil pra mim. Eu inclusive jurei que não ia gostar dos novos namorados de nenhum dos dois, porque eu sou doidona leal e pra mim esses dois seriam intrusos, isso sim. Enfim, um bom tempo se passou, ela está de namorado novo, um cara bem bacana por sinal, muito carinhoso e atencioso com ela, bem mais maduro e ativo que o ex. Tudo muito bom, tudo muito bem. Ontem saímos pra almoçar, o novo casal feliz pediu um prato pra dividir e ela, depois de terminar a sua metade, começou a beliscar pedacinhos do prato dele. Como o resto a mesa deu uma sacaneada de que ela tava roubando do prato que não era seu, ela se justificou: "É que ele não gosta de champignon". Silêncio na mesa, cada um olhando pro seu prato e alguns tentando segurar o riso. Uns segundos depois ela mesma reagiu "Tudo bem, gente, ele sabe que o Ex também não gostava de champignon". Alguns padrões, por mais obscuros que sejam, se repetem.



Pensando bem, não parece tão engraçado contado assim, mas tô tentando escrever mais, qualquer dia pego no tranco.

terça-feira, abril 5

Então, não é que eu não seja romântica. Muito pelo contrário, por sinal. E, veja bem, isso dificulta um bocado minha vida. E eu nem sei se é recalque, vai ver é. E pode ser um choque pros outros. Uma coisa tão feminina. Mas é que flores não são muito a minha. Foi mal, as rosas pra mim carregam uma cafonice intrínseca. Pode ser culpa dos filmes e seriados norte-americanos. Aquela coisa toda do valentine. Tudo tão rosa e vermelho. Sei lá, tô tentando justificar o inexplicável. Que flores não me comovem. E vai ver é recalque, tô dizendo. Tô em paz com a possibilidade de ser.

Nem é que não goste de receber. Assim, se vc se deu ao trabalho de ir a uma floricultura (ou telefonar pra uma, que seja), eu vou achar bacana o gesto. Não sou ingrata nem nada. Mas eu vou achar legal por aproximadamente dez segundos. Ou o tempo de eu ler o cartão. Então é bom que venha com um cartão. Depois as flores vão ficar num vaso até apodrecerem. E nem vai rolar aquela peninha, do tipo oh, que lástima, minhas flores estão morrendo!

Eu cheguei a pensar que era o problema de ser um presente com vida útil curta. Mas daí uma vez ganhei um jarrinho de violeta. Bem bonitinho por sinal. Quem me deu disse que tinha uma plantinha ao lado da sua mesa, e que a flor alegrava seu dia e fazia as vezes de companhia silenciosa um dia aqui e outro acolá. Eu achei fofo. E fiquei tensa. Porque tinha que aguar a plantinha conforme indicado na embalagem, eu tirava e colocava ela no sol, eu seguia todo o protocolo. Como o Rio é bem úmido, não tinha necessidade de colocar água todo dia, a plantinha dava pouco ou nenhum trabalho. Ela não virou a alegria de meu viver, mas não era por isso que eu ia deixar a pobrezinha à mingua, afinal é um ser vivo e tais.

Pois é. Um belo dia ela sumiu. Sério. Sei lá, pegou as trouxas, ligou pra um táxi e foi nessa. Desapareceu. Quer dizer, se eu tivesse um gato ou um cachorro e ele fugisse ninguém ia ficar surpreso. Mas o fato da violeta ter desistido de morar comigo e não ter deixado nem um bilhete me deixou preocupada: nunca pensei que esse negócio de não ser muito louca por flores fosse recíproco.
Quero comprar galões desse novo hidratante de ameixa do Boticário, quero cheirar a ameixa exótico pro resto da vida, quero me casar com ele, levar ele pra trás de uma moita e fazer pequenos ameixinhas com ele!!!*





*Que fique registrado, pra que daqui a uns anos eu possa ler isso aqui e perceber que as coisas mudam, assim como quando eu reclamava que o preço do cinema tinha subido pra R$10 e, né, saudades desse tempo.

sábado, abril 2

quarta-feira, março 30

Daqui.
Eu tive um daqueles sonhos agressivos. Daqueles em que eu brigo e digo coisas, e jogo verdades na cara dos outros. Coisa que eu absolutamente não faço na vida real pq, né, temo as consequências. Mas nos sonhos eu sou bem mais destemida. E era uma briga. E eu dizia aquelas coisas das quais vc sabe que vai se arrepender depois, tipo "eu já fiz tanto por vc e agora que eu preciso vc está me deixando na mão, vc é um egoísta" e outros clichês do gênero. Mas eu gritava, e dizia que eu queria muito estar ok com aquela situação, mas uma vez que não estava não era justo comigo fingir que sim. E etc. E foi tão, tão real. Meu subconsciente dizendo que eu talvez precise dizer umas coisas dessas aí. Que não tá fácil, hein?
Eu tenho uma amiga que, segundo ela, até bem pouco tempo achava que

- piroca era o negocinho da menina,
- toba era o negocinho do menino.

Tem que ver isso aí.

terça-feira, março 29

Momento: coisas que só acontecem comigo:

(nem é justo ressuscitar o momento assim, já que não foi privilégio meu e sim de todos os que ocupavam a fileira H e I naquele dia, mas dane-se)

O Teatro Municipal do Rio apresentou no último final de semana um projeto chamado Música e Imagem. Foi exibida a cópia completa de Metropolis, acompanhada pela orquestra tocando a trilha sonora. Pelo que entendi, esse é um daqueles filmes que servem de referência pra um monte de coisas que foi feito no cinema desde então. É um filme de ficção científica, mudo, de 1927. Altamente vanguardista pra época. E ainda teve o lance de ele ter sido cortado e terem encontrado partes perdidas há uns dois anos na Argentina, fazendo com que o filme fosse remontado pra ser exibido, 80 anos depois, em sua versão integral. Pelo menos foi o que me disseram.

Eu achei a proposta  interessante. Primeiro que eu realmente tinha curiosidade em assistir ao filme, e apesar de não ser entendida no expressionismo alemão nunca é tarde pra começar. E segundo que achei bem bacana a orquestra acompanhar ao vivo um filme mudo. Então fomos. Eu inclusive comprei os ingressos no balcão nobre, imaginando que nesse caso teria menos a sensação de estar no teatro assistindo ao espetáculo com os pombos. Que, bem, é o que se sente lá na galeria. E de lá de cima também dá um medo danado da bodega pegar fogo e aí, já era. Tudo de carpete, a escada é estreita, eu não sei como a defesa civil diz que aquilo tá ok. Mas, né, o quê eu sei?

Obviamente o filme estava em alemão. Quando começou ficamos com cara de ué. Que, né, não falo alemão. Mas já tinha pagado o ingresso, já tava com meu sapato de salto absurdamente desconfortável, já tava lá, né? Vamos que vamos. O filme é mudo, ok. Então boa parte da história era meio fácil de entender mesmo sem conseguir entender as falas. O resto eu inventei. Na minha cabeça. Me diverti, juro. Porque não é sempre que a gente tem a oportunidade de assistir a um filme e criar uma história própria ao mesmo tempo. Acho válido. Tinha um outro inconveniente de que, por causa do balcão acima do nosso, a parte superior da tela era cortada. Só que na verdade isso não tava atrapalhando o processo tanto assim, já que as imagens eram bem centralizadas, e era só abaixar um pouquinho a cabeça pra ver a imagem como um todo.

Pois bem. Dois atos. quase 200 minutos de filme. Eu saí de lá satisfeita. Claro, teria sido mais divertido se houvesse legenda, e eu preciso de muito pouco pra me divertir. Mas eu realmente achei bacana. A música me envolveu demais, a história que eu tinha criado tava bem amarrada (sim, louca), eu diria que o saldo da noite foi positivo. Mas quem me acompanhava tava muito puto. Botava a culpa nesses pseudo-intelectuais da elite carioca. Dizia que era um bando de metidos. Que não custava nada colocar a porra da legenda. Que naquele teatro lotado era impossível que mais de 10% falasse alemão.

Corta.

Dois dias depois encontrei com um amigo. Que inclusive era quem tinha me avisado do projeto do municipal. Não tínhamos conseguido nos encontrar lá no teatro, que o telefone dele ficou sem bateria. Daí ele perguntou onde estávamos sentados, já que ele tinha tentado nos procurar e não tinha nos visto. Quando falei que estávamos no tal balcão nobre ele disse que também estava.

Eu: Ah, mas aposto que vc estava num daqueles lugares lá na frente, de quem compra ingresso com antecedência e paga a mensalidade dos amigos do municipal.
Ele: É verdade, comprei os ingressos de um colega de trabalho. E vcs, onde estavam?
Eu: Estávamos no canto direito do balcão. Mas um pouco mais pra trás, né? De um lugar que cortava o topo da tela.
Ele: Puxa, então ficou difícil de vcs lerem a legenda em português, né?

Pois é.
Às margens do notebook HP eu sentei e chorei.

E, gente, funcionou. Tô me achando meio bipolar, porque tem dias em que eu acordo otimista com o mundo, me achando confiante, segura de que agora as coisas vão ser pra melhor. E esses dias são ótimos, por motivos óbvios. Daí no dia seguinte eu quero sumir, desaparecer, deixar de existir, posição fetal na cama e no escuro até 2012.

Então eu tava em prantos. E quem me conhece sabe que uma vez aberto o aguaceiro... Pois é. Daí eu sentei no computador. E escrevi. Com pausas pra ir ao banheiro lavar o rosto. Bem dramático. Abracei a Maria do Bairro que existe em mim. Depois de umas horas (pois é!) tava mais calma. Achei bom descobrir que funciona.

Depois fiquei sem saber o que diabos fazer com o arquivo. A proposta é a gente desabafar e depois jogar fora ou é desabafar pra ler depois e perceber que aquilo passou?